sardenta
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Estarei ali enquanto resolvo por cá o problema com os spams.
livro-me do livro etc
Ah, só uma alma terrivelmente laboriosa é capaz de compreender o significado do ócio circunstancial. livrei-me por esses dias do trabalho que me vinha há tempos aborrecendo, e o fiz impertubavelmente; Não se desperdiça um adeus com pessoas com as quais se trabalhou; aos que encontrei pelo caminho acenei levemente, como naquela música do pearl […]
Franz Kafka sobre Chesterton: “Ele é tão alegre que parece ter encontrado o próprio Deus”.
teologia*
Na manhã do último dia 2, primeiro dia dito útil do ano, em que eu saia de casa para o trabalho, perpassou-me o pensamento uma idéia no mínimo curiosa: assumir definitivamente a minha condição de cristão em 2008. Tenho de admitir que em questão de minutos a idéia desapareceu, contudo inda me atormenta, pousando sobre […]
entre a depressão e a excitação extrema
Roupas e livros bastam-me perfeitamente para passar bem esses dias de fim de ano; as roupas, formais, engomadas, difíceis de despir; os livros, cândidos e obscenos, aristocráticos e sórdidos. É tempo de bastarem as antíteses porque o que eu quero são definições, princípios rígidos. O que eu quero é uma vida bem certinha, uma vida […]
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Não sei quanto a vocês, mas eu sou o enfado em pessoa, deus me livre. Não tenho ânimo para muitas coisas, isso deve estar bem claro. I’m bored. Ontem não fui à faculdade. Estava com preguiça, cansado etc, não fui. O que fiz foi pegar um ônibus na avenida mais próxima para ir logo para […]
a arma dos incompetentes
aliteração
provavelmente e possivelmente postarei posteriormente (que horror).
16:26
A imprudência do pobre é rapidamente punida pela falta de pão [Henry Beyle].
Peguemos por exemplo a senhorita Scarlett Johansson, que há dez anos interpretava a jovem Molly Pruitt no ruizinho Esqueceram de mim 3 e já me fazia abrir a boca meio desajeitado de desejos pífios, sórdidos (mentira, óbvio, mas uma mentira necessária). Já li por aí […]
existencialismo
Eu simplesmente não consigo acreditar nessas pessoas que põem-se a andar pelas ruas, pelos pontos de ônibus com uma caixinha apoiada na barriga a gritar “olha a pipoquinha, olha a balinha e olha a paçoquinha”. São míticos esses seres que, afinal, são o retrato do país, do “brasileiro que não desiste nunca”.
*
Containment.
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Estou empiricamente doente.
Claro, nada mais que a verdade
O Diabo veste Prada e eu vou levando. Feriado prolongado sempre me deixa com a sensação de que quem se está prolongando demais sou eu. Durmo mal quando devo dormir bem e me fica essa dor de cabeça durante todo o dia. Meu conselho é nunca dormir fora de casa - a não ser que […]
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