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Postado em February 25, 2009
Categoria cotidiano | 7 comentários
assim que tempo me sobrar, vou passar a entrevistar umas personalidades assim, er, pitorescas, como mendigos de direita. [cá]
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7 Comentários »
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Olá, querido desconhecido.
Pretendo — ainda que unilateralmente — reverter o quanto antes a condição da oração acima: este depósito de sofisticação é um pequeno oásis branco cravejado por caracteres elegantes e, como num bom e tradicional assentamento vitoriano, devo (daqui por diante, quando tempo também me sobrar) sempre valer-me do argumento de uso capião para — como diriam certas moças — grudar aqui que nem chiclete.
Chiclete mole, daqueles que derretem no sol e fazem “aquilo tudo” com as solas cegas.
Ou seja: teu blog é muito pheeno e eu devo aborrecer.
Pelo menos tá avisado.
;)
Olá, você. Sinto-me um desconhecido em minha própria casa. Ora, você comentou aqui há o quê?, oito dias, e só agora cá apareço para dizer obrigado. obrigado, pois.
quem sabe, com fé, eu volte a escrever algumas besteiras.
um abraço.
cadê as entrevistas?
breve, breve, sr. Damasco.
“mendigos de direia” é o que há! melhor que isso são sempre as caras daquelas pessoas que ficam er… “nossa, vc fez isso? como?” adoro!
o erro de português não foi proposital… hehehehehehe
E Dona Jureminha pensava, justamente, que os mendigos eram uma classe unida…