Postado em June 25, 2008
Categoria música |
Que me perdoe o senhor Tom Waits, mas estou a ouvir as músicas do Anywhere I lay my Head não pelas músicas em si, mas pelo decote, para ser simples, da agora cantora Scarlett Johansson.
E notem que há uma coerência aqui: já vi uns bloody biltres reclamando que o ruim do mp3 é o fato de não se poder “pegar no material”.
(…)
Exatamente.
Comentários
17 Comentários »
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me recuso a tecer comentários sobre a scarlett johansson…
não precisa tecer… basta escrever alguma coisa :-)
hahaha, fato.
por sinal, que CD ruim, cara. ainda bem que ela é a scarlet Johansson.
haha, você ouviu? Sabe que gostei dumas faixas? Mas no total as músicas estão um tanto abafadas - ou é um tipo de índie intenso?
eu não entendo, ed. ela tem seios sensacionais, mas voz? tem não, não mesmo. a voz dela é abafada por instrumentos, efeitos, outros cantores.. isso em TODAS as músicas. completamente non-sense esse cd.
é, ela é cool, até cantando o pessoal gosta.
Sei qu evocie é louco por ela. Para mim a Natalie POrtman, sim, é que e talentosa e excelente atriz. Tenh oa certeza de que não faria um disco por fazê-lo.
Você sumiu do meu blog, hein? São as bodas?
ô, Tina, sumi até mesmo do meu blog. Estou no começo das férias, prometo uma visita, ok? Abração!
A Scarlett Johansson tem lindos seios musicais mesmo. Nunca escutei ela cantando como também nunca quero ver o Woody Allen tocando. abrazoz.
Adoro a Scarlett, mas não sabia que ela cantava. Gosto dela atuando.
Boa semana!!
PS: Já casou?!
Ei, moça.
Caso-me no próximo ano; outubro, provavelmente. Abraço.
Sobre um texto antigo
Olá, li a publicação “a nova gnomonia” e resolvi vir deixar pra vc uma pergunta.
Não sei se é leitor da revista Piauí, mas na edição passada publicaram um conto chamado O Porco… e lançaram um desafio, descobrir quem é o autor ou autora dele.
Porém, na edição desse mês eles publicaram que ninguém descobriu o dono do tal conto e deram umas dicas.
O Porco não é inédito. O autor(a) seria um Onésimo (na gnomonia de Ovalle). Na virada dos anos 50, a figura combateu encarniçadamente o exército do pará nas areias e boates de copacabana. Sobreviveu e, algo capenga, ainda anda por aí.
…
Quem será?
Abraços…
Sim, sim, sou leitor da revista mas inda não peguei o último número. Quer dizer que foi escrito por um onésimo? Humn.. assim, de pronto, não sei. Vou pesquisar. Abraço.
Não quero nem imaginar o que você diria da mocinha (e de suas pernocas) do Metric, a que todos gritavam “Emilia, Emilia!” neste sábado no Ibirapuera.
Olá, Adriano. Acho que é o primeiro comentário seu por aqui - claro que eu também não sou um senhor comentador, mas leio você sempre que possível.
A moça do Metric.. nem me fale.
Quer dizer então que é minha primeira vez com você?
(o:
Veja só você :-)