maison

Postado em April 29, 2008
Categoria cotidiano | 1 comentário

Há coisa de seis anos eu não fazia muita idéia do que era o casamento. Hoje também não faço, mas já me inclino a saber. Desde ontem que venho fazendo cá uns rabiscos – sabeis que sou desenhista nas horas vagas -, dando forma ao que será o meu lar; onde poderei pôr os pés sobre mesa e, por isso mesmo, não fazê-lo; onde, segundo as condições singelamente sugeridas por minha pequena, terei o meu “quartinho da bagunça” – leia-se “escritório” – , espaço para os meus muitos papéis, livros e revistas, toda essa tralha na qual ela diz ver, ok,  “alguma utilidade”, mas que lhe faz espirrar.

Claro que estou a esboçar a coisa toda de uma maneira geral; formas, medidas, quantidade de quartos. Para as especificidades do acabamento precisarei d’alguma orientação, er, profissional – costumo discriminar quem quer que ocupe o cargo de design de interiores, mas prometo abrir uma concessão.

Comentários

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1 Comentário »

2008-05-06 12:55:25

Um desejo em comum, o quarto de bagunça.

 
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