lolita
Postado em February 10, 2008
Categoria Literatura |
Ler Nabokov é um risco delicioso: a gente começa a ver ninfetas por toda a parte e a achar as mocinhas de 20 velhas demais.
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56 Comentários »
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Putz! Tive a mesma sensação quando li Lolita. O cara é muito bom.
Na verdade, estou a reler. Tempo ocioso é ideal para reler umas coisas, não é?
Em minha terra chamam isso de ‘papa anjo’. Mas asseguro que nem todas as ‘ninfetas’ daqui te levariam a esses pensamentos.
Ah, mas para chegar a ninfeta a guria precisa ter certos atributos. Abraço.
Tá precisando de um emprego. E pelo visto falar com a ex colega de serviço só piorou a situação. Seu pervertido!
Oi, Ju.
oi bem.
“a classe que propagou a moda do sexo livre e o culto erótico das ninfetas (festejando por exemplo Nabokov, Lewis Carroll e as fotos de David Hamilton) se enche de brios hipócritas ao denunciar abusos sexuais contra menores de idade, dando a entender que são efeitos da pura desigualdade econômica, para os quais a cultura não contribui em absolutamente nada, como se as ações humanas resultassem diretamente do saldo bancário e não dos desejos alimentados pela imaginação.”
IN O Jardim das Aflições. De Epicuro à Ressurreição de César: Ensaio sobre o Materialismo e a Religião Civil p. 276
gostaria de um comentario mais profundo do livro lolita de Valdimir Nabokov, fortalecem o imagianrio masculino sobre o abuso sexual
(Porra!)(desculpe-me)
Você faz um breve comentário sobre Nabokov e causa uma cachoeira de filosofismo sobre seus leitores.
Gostei desse último comentário. Como apurador eu pesquisei “O Jardim Das Aflições”(teológicas?): giros concêntricos… complexa filosofia da história…
e li,
“Estupendo. Sua obra tem como que o sopro de uma epopéia(epópeia?)da palavra, a palavra destemidamente lúcida e generosamente insurgente, rebelde e justa, brava e exata.” uau!
Herberto Sales, da Academia Brasileira.
só para lembrar Nelson Rodrigues
“toda unanimidade é burra”
Concordo com vcs, Vladimir Nabokov e tal.
Abraço,
Gustavo
Ps.: “__ …pensei q só os padres fossem todos
pedófilos- disse o menino.
__ Não- retrucou Anriou- os russos tb são.”
Pois é, Gustavo, hábito muito em voga esse de as pessoas encontrarem alguma profundidade onde nem sempre há alguma. Abraço.
O meu comentário não foi dirigido à nenhuma profundidade que não está lá. O comentário foi dirigido ao seu post sim. Você não está “festejando Nabokov”? Você não está dizendo que o livro “Lolita” “alimenta” um certo “desejo”"pela imaginação”?
Jether, meu velho, a quem você está citando quando diz “festejando Nabokov”?
Ou são aspas acidentais?
Estou me referindo à minha citação d´O Jardim das Aflições.
“A onda mundial de denúncias contra o clero católico baseia-se nuns quantos casos de pedofilia registrados, ao longo de mais de uma década, em vários países. A repetição uniforme do noticiário cria na alma do público uma associação de idéias entre pedofilia e catolicismo, reforçada por pareceres supostamente abalizados que sugerem a ligação entre esse fenômeno e o celibato clerical.
Para quem pense por estereótipos e frases feitas, o noticiário é impressionante, e convincente a fusão de imagens que ele veicula.
Homens capazes de raciocinar com números e fatos são, em qualquer país, uma minoria irrelevante. Mas, aos olhos dessa minoria, é claro que as denúncias dizem o contrário do que pretendem: o que elas demonstram é que a pedofilia é menos freqüente entre padres católicos do que entre os membros de qualquer outro grupo social escolhido para fins de comparação.
Escolho, a título de amostra, dois dos grupos que mais têm a lucrar com a desmoralização da Igreja: de um lado, os gays; de outro, a burocracia internacional que hoje substitui o clero na missão de zelar pelo bem da infância.
Um estudo recente empreendido por Judith Reisman, a celebrada autora de Kinsey, Crimes & Consequences, mostra que a média de ataques sexuais a crianças cometidos por homossexuais é cinco vezes maior que a dos cometidos por heteros. Pedófilos homossexuais, em suma, são muito mais reincidentes.
E, entre as vítimas de pedófilos machos, para cada menina há 20 meninos.
Se mesmo uma constante estatística tão significativa não justifica uma onda mundial de alarmismo antigay, por que umas dezenas de casos pinçados pela mídia justificariam a mundial prevenção anticatólica?
Mas no caso gay não há somente uma constante estatística. Há o fato bruto da indução à pedofilia por parte de publicações representativas de grupos homossexuais.
No seu trabalho “Child Molestation and the Homosexual Movement”, a ser publicado proximamente na Regent University Law Review, mas cujos resumos já circulam pela Internet, o jurista Steve Baldwin revela descobertas que fez na bibliografia gay disponível no mercado. Vejam estas três, colhidas a esmo no mostruário:
1) O Journal of Homosexuality, prestigiosa publicação acadêmica pró-gay, publicou recentemente todo um número especial sob o título grotescamente eufemístico “Intimidade intergeracional masculina”, no qual vários artigos apresentavam a pedofilia como uma “relação de amor”.
2) Larry Elder, fundador e chefe de um grupo ativista gay, escreveu no seu livro Report from the Holocaust: “Naqueles casos em que crianças fazem sexo com pessoas mais velhas homossexuais, afirmo que com freqüência, com muita freqüência, a criança deseja a atividade e talvez mesmo a solicite.”
3) Uma das mais influentes revistas gays, The Advocate, publica regularmente anúncios de um boneco de borracha modelo “Menino Penetrável… disponível em três posições provocantes”.
Mas seria injusto dizer que a comunidade gay é recordista de pedófilos per capita. Por enquanto a taça parece estar com aquela classe auto-incumbida de velar, em lugar do antigo clero, pela proteção e formação moral das crianças do mundo: os assistentes sociais da ONU.”
http://www.olavodecarvalho.org/semana/05092002jt.htm
Oi, Jether. Nome, humn, pitoresco o seu.
Que seja. E daí, Edson?
“e daí” é uma pergunta mui retórica, não é?
Que é pergunta retórica?
Com E daí? quis dizer que conclusão você tira daí.
oh, Jether, não fosse demasiado bored, eu o nomearia comentador oficial.
Edson, pra quem é muito entendiado, tudo é entendiante.
Entediado, entediante. É tanto “n” que me atrapalhei.
Você escreve nalgum lugar, Jether? Se sim, Tenha a fineza de deixar link para que eu possa ter a honra de comentar por lá também.
filosofismo é rótulo odioso.
ANJOS MACULADOS
“Pior que ser refém é Ser cúmplice”
Só tem aumentado as incontinentes reportagens sobre o aumento do índice de abuso sexual, agressão física a emocional sofrida por crianças desprotegidas. Pequenos anjos que calam sua voz, que sofrem na “pele” a angústia da invasão, da humilhação, do medo, das ameaças provocadas pelos seus agressores que quase sempre são compartilhadas pela família, pelas mães das vitimas.
Compactuar com tamanha brutalidade a vida humana, negligenciar a responsabilidade por uma Vida destruída, abalada pela corrente da imoralidade subjacente de uma sociedade emocionalmente doente, significa comprazer nos princípios e valores pautados no individualismo e no “Salve-se quem puder”.
Significa abrir as portas para o Desconhecido invasor da Razão humana: a imoral transferência de responsabilidades.
O seqüestro emocional sofrido pelos infantes que abafam suas dores e agoures na incerteza da proteção que deveriam ter, mas não o têm!
Muito pior que esses débeis mentais, agressores, pedófilos, são as pessoas que compartilham (Significado Dicionário Aurélio: Ter ou toma parte em; Participar de; partilhar; compartir;) essas cenas brutais de violência contra nossos pequenos anjos, verdadeiros filtros da poluição mental do Planeta Terra. Precisamos nos unir, reunir nossas forças para não aceitarmos calados essa violência anunciada em nossa sociedade.
Caros leitores compartilhem comigo tamanha indignação diante do atentado à vida de pequenas crianças, seres faceiros, ligeiros, alegres pelo fato de fazerem parte da Vida, simplesmente são felizes…. não se opõem, acabam aceitando tudo como sendo verdadeiro…
Pés descalços, canção tamborilando pela rua num final de tarde, a alegria, a esperança, a infância… Pula corda… Amarelinha, Esconde-esconde, Pega-pega….a felicidade que se mostra, que se entrega faceira, ligeira,fácil pelo olhar inocente da criança. Assusta-me saber que a preservação da integridade, da beleza desta idade, dependa da nossa débil fragilidade de perceber a Vida, tal como os olhos inocentes e dependentes com os quais nossas crianças o vêem.
Que o choro oprimido de nossos pequenos infantes sejam a sirene de alerta para o Futuro… Como o queremos?
Lágrimas ou sorrisos…..?
Finalizando o pensamento que não e só meu, analisemos o planeta Terra como a grande “Casa” onde todos nós habitamos em conjunto, a sala de visita desta magnífica Casa é a consciência – nesta área todos são responsável por tudo o que acontece, ou seja, o problema não é meu, nem seu, é nosso!
Acho que vocês estão a confundir literatura com moralismo. E, vejam bem, uma coisa e outra dificilmente são compatíveis.
É? Onde exatamente no texto que citei?
Caro Ed, desculpe a invasão por aqui. Só para dizer que eu entendi claramente seu comentario sobre a literatura de Nabokov!! O post foi em consideração aos comentarios do “jether”. Claro que a literatura nada tem a ver com ” falsos moralismos”, o que aqui não é o caso.Só expressei uma opinião, talvez no contexto errado.
Abraço.
Imagine, Cassiane. Entendi perfeitamente o que você disse.
Fedelhos são agradabilíssimos, como as ninfetas são para os senhores. Com a diferença de que apreciá-los chama muito mais a atenção.
Também renderia bons livros.
Infelizmente, fazem-se filmes de comédia a respeito.
Não é muito comum ver gurias dizendo coisas como ‘Fedelhos são agradabilíssimos’=]
moralismo também é rótulo odioso.
Estou a ponto de afirmar que rótulo é um rótulo odioso.
Quando você afirmar, se afirmar, a gente conversa sobre isso, tá?
É o efeito da verossimilhança
Olavistas do mundo, uni-vos (enquanto eu fico aqui, tomando meu chá).
Nabokós do mundo, uni-vos.
Pelo visto, o senhor dispõe de muito tempo livre. Seria bom que o empregasse lendo algumas das coisas que o próprio Olavo recomenda.
Mas eles são. Sempre divulguei pelo mundo a fora. As pessoas entendem tudo errado. Querem mesmo misturar arte com moralismo. Não sabem o que é apreciar uma iguaria, uma tela, um rapazinho. Acham que sempre cabe uma avaliação moral aí.
Fiquemos com as comédias americanas sobre os meninos.
(Covardia; podiam então ter feito Lolita em formato “comédia pastelão”. Ah, vocês acham que isso seria estragar um bom livro? Entendi.)
Ah, mas não é de hoje que o politicamente correto (sic) vem estragando a graça das coisas.
Abraço, Badá.
Onde, na citação, “arte” e “moralismo” estão sendo “misturadas”?
Fiquei me sentindo uma velha… Que puxa!
Te ligaram? rssssssssssss
aiaiiiii
Pois você é daquelas que, por mais que amadureça, será sempre uma ninphet.
Abraço.
raios duplos…
james mason, na adaptação do kubrick, pintando as unhas da lolita enquanto ela toma coca-cola diz tudo.
beijos!
Oi, moça. Abraço.
Putamerda! Rendeu esse postzinho, hein meu velho?
E esse tal de “Jether”, parece nome de modelo de avião da segunda guerra! Que porra é essa, o guri publicou um livro aqui!! E do Olavo de Carvalho, o maior punheteiro da história.. ahahahaha
Cuidado Ed, a internet está ai para fazer amigos… ahahaha..
Acho Lolita muito poético e bem escrito. Incrível a fascinação que uma adolescentezinha pode despertar em um lobo velho. O contraponto, descobri outro dia, é que as mulheres estão no melhor de sua forma sexual aos 30 e poucos anos, enquanto os homens estão aos.. 19, ou seja, nada estranho que os papéis se invertam.
Minha conclusão disso tudo é que falar sobre a vida sexual dos macaco-sapiens além de ser vendedor pode render momentos de profunda reflexão e poesia. Ou não.
Logo tenho umas resenhas novas, a leitura continua, quem diria, um dia ainda fico meio inteligente e um pouco blasé.
Abs!
T§
“Jether”, parece nome de modelo de avião da segunda guerra!
Qual a relevância dessa informação?
o Olavo de Carvalho, o maior punheteiro da história..
Eu não quero nem saber como você chegou à essa “descoberta”.
Mas que eu saiba ele nunca escreveu um livro que contava as experiências de um masturbador no ato de masturbar-se. Ou seja, se ele faz isso, ele guarda a experiência pra si. Já o Nabokov, mesmo não tendo sido pedófilo (acho), fez esse livro que você elogiou…
Jether, você está falando um bocado de besteiras. Que mania enjoada essa sua de procurar a “relevância” das coisas. E soou muito engraçado você se referir ao comentário do Társis como uma “informação”.
Quer dizer, daí eu poderia entender que seu nome é, realmente, nome de um avião da segunda guerra, mas que isso, essa “informação”, não possui relevância no caso, neste caso.
Se a sua idéia é disseminar por aí o olavismo, você tem falhado terrivelmente no intento.
Passe bem, mon ami.
você está falando um bocado de besteiras.
Mostra uma, por favor. Eu ter dito que aquilo é informação? É informação, se é verdadeira, não sei.
“Quer dizer, daí eu poderia entender que”"essa “informação”, não possui relevância no caso, neste caso.”
Não da minha pergunta. Essa pergunta significa o mesmo que “E daí?”, que eu fiz pra você lá em cima.
Se a sua idéia é disseminar por aí o olavismo, você tem falhado terrivelmente no intento.
Mas vocês gostam de -ismos, hein? O médico não pode fazer tudo pelo paciente, o paciente tem que colaborar (com isso, não estou querendo dizer que essa idéia aí é minha, de disseminar o que Olavo escreve, embora é verdade que eu esteja fazendo isso aqui). Mas nota que, por exemplo, na segunda citação, quase nada saiu da cabeça do Olavo. Grande parte é citação da parte dele de supostas descobertas de dois ou mais estudos.
Então se vai rotular, rotula de Reismanismo, por exemplo (brincadeira, não rotula não, pára um pouco com isso).
P.S.: Com “quase nada saiu da cabeça do Olavo” quero dizer que quase nada ele dá a entender que descobriu sozinho, que a maioria do que lá está é repasse de informações.
Jetherlito, mona! Não quer saber como eu descobri os frufrus do Lavinho? rs…
“Jether, você está falando um bocado de besteiras. Que mania enjoada essa sua de procurar a “relevância” das coisas. E soou muito engraçado você se referir ao comentário do Társis como uma “informação”.”
Esquenta, não, Ed. Esses figuras não entendem uma piada, nem quando eles são a própria. Daqui a pouco ele cansa de ti e vai procurar um grupelho “intelectualmente relevante” e “informativo” pra pentelhar.
Ou pega a mãnha da brincadeira e vira camarada de bedeira com a gente. ;)
Agora, se o Nabokov era pedófilo eu não sei e se fosse era problema dele com a justiça, não acho importante conhecer a fundo a biografia de um escritor para gostar (ou não) de um livro do mesmo.
Hangloose, paz e amor!
PS - Ed, vou metralhar o blogão com umas resenhas novas. Como diria o Didi mocó: aguarde e confie!
No aguardo, meu caro.
P.S.: “com isso, não estou querendo dizer que essa idéia aí é minha, de disseminar o que Olavo escreve,”
Também não estou dizendo que essa não é essa minha intenção.
A story that portrays evil is morally sound if it shows evil as evil yet does not portray the evil so as to make it a source of temptation to a normal reader. (IN The Trivium by Sister Miriam Joseph)
Se você foi sincero no post, você não é normal ou Lolita é imoral.