Umas canetas sobre a mesa, a Revista da Semana, muitos papéis e, bom, nem tanto trabalho assim.

incipit

Eu não sei, acho que só termino mesmo o meu romance daqui a uns dez anos. Por mais que eu tente, o momento não é propício à literatura, momento este da minha vida, digo. Claro, é muito clichê dizer que há outras ocupações que tomam todo o meu tempo agora, mas o que ocorre é […]

eu,

Felizmente, nunca fui assaltado. Minha tática é a seguinte: fazer cara de bandido quando passo perto de algum sujeito mal encarado, porque ouvi dizer que bandido respeita bandido. Mas a minha técnica é falha: não tenho cara de mau, nem modos, nem me visto (in) adequadamente. Eu tento sempre, mas o máximo que possivelmente alcanço […]

oi, olá

Assim que eu acordar, passo por cá. Se não passar, é porque não acordei.
ah, sim.

impossível não dizer

A canalhada está por aí, a dizer besteiras, a exibir fatos desconexos, dando exemplos simplistas, miúdos, sem qualquer contextualização política sobre cada nação citada. É preciso dar um curso de História Nacional e Internacional para esse povo. Quem sabe o governo do PT crie um programa social: “Bolsa História”. Meu único conselho para essa gente […]

porque sois felizes

Dia desses comentava com um amigo e leitor¹ sobre um certo entorpecimento no qual eu me encontrava. “Mas você não era abstêmio?”, perguntou-me. “Sim”, respondi, “bebi em comemoração”. É essa a grande diferença entre pobres diabos e homens intimamente felizes: a razão do vinho. Quem bebe quando infeliz, tende a ficar pelas ruas, pelos cantos […]

o tédio

Há várias formas de prazer intelectual; trato de uma.* Sou uma criatura melancólica por natureza, desde muito cedo prefiro a tristeza à alegria desvairada. Pessoas assim ou tornam-se poetas ou entediadas - e aqui eu me encaixo na segunda classe. Henri Beyle Stendhal, de Grenoble, nos diz em seu Le Rouge et le Noir que […]

dialética

Exceto no caso das prostitutas, os prazeres profissionais estão cada vez mais escassos.

holly shit

Venho agorinha de uma reunião de representantes de rh de várias empresas aqui da capital (apenas participei assessorando, fotografando, entre outros gerúndios). Pode ser eu, ok, mas é difícil acreditar em toda a balela empresarial. Sério, são umas vinte mulheres; elas se reúnem mensalmente para discutir alguns assuntos óbvios como “cuidar bem do funcionário”, “zelar […]

vitoriano

Eu sou um conservador imoral.

quão tristes serão vocês sem um marcador d’ouro como o meu?


:

Hoje eu não tenho muitas palavras, tampouco disposição para uma narrativa completinha. Mas vão ali ver a minha felicidade.

“meus oito anos”

Enfim um comentário decente sobre esse filme. Os intelequituais, como você disse, estão torrando o saco com o dramalhão todo que estão a aprontar só porque, como disse o Diogo Mainardi, o povo “aplaudiu” as cenas de tortura do longa. Queriam o quê? “Nossa, tadinho do bandido”? Francamente.

uah

Tenho outro blog, meus velhos. Cansei da semioticarada toda e criei o Bartleby etc. Nada de novo, não esperem nada de novo.
E me desejem um noivado cheio de alegrias e tudo o mais. Obrigado.

empolguei

http://bartlebyetc.blogspot.com/

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