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	<title>Ptyx &#187; vídeo</title>
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		<title>Dangerous</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 14:03:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emmanuel</dc:creator>
				<category><![CDATA[humor]]></category>
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		<category><![CDATA[Marilyn Manson]]></category>

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		<description><![CDATA[Como tenho lido algumas coisas sobre montagem, resolvi me experimentar na edição de um vídeo, sem maiores pretensões. O resultado segue logo abaixo.
 
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Como tenho lido algumas coisas sobre montagem, resolvi me experimentar na edição de um vídeo, sem maiores pretensões. O resultado segue logo abaixo.</p>
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		<title>Poema bonsai</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 15:23:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emmanuel</dc:creator>
				<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[metalinguagem]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo-poema]]></category>

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		<description><![CDATA[Como disse no post anterior, a questão do tempo na poesia vem me preocupando faz algum tempo; então aí vai mais um vídeo, dessa vez de um poema de minha própria autoria, já publicado por aqui.
 
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Como disse no post anterior, a questão do tempo na poesia vem me preocupando faz algum tempo; então aí vai mais um vídeo, dessa vez de um poema de minha própria autoria, já publicado por <a href="http://breviario.org/ptyx/2008/09/15/poema-bonsai/">aqui</a>.</p>
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		<title>Áporo, Carlos Drummond de Andrade</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 12:02:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emmanuel</dc:creator>
				<category><![CDATA[poesia]]></category>
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		<category><![CDATA[Carlos Drummond de Andrade]]></category>
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		<description><![CDATA[De uns dois anos para cá, vem me preocupando a questão do tempo na poesia; não só o ritmo dos versos, como também a experiência do tempo configurada pelo poema. A despeito da experiência concretista, a literatura, tal qual a música, é uma arte que se elabora sobretudo no tempo. Passei então a me interessar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De uns dois anos para cá, vem me preocupando a questão do tempo na poesia; não só o ritmo dos versos, como também a experiência do tempo configurada pelo poema. A despeito da experiência concretista, a literatura, tal qual a música, é uma arte que se elabora sobretudo no tempo. Passei então a me interessar pela relação dos diversos tempos que envolvem a composição e a leitura da poesia: o tempo do enunciado, o da enunciação e o da recepção; tempos que se cruzam no objeto poético. Durante a leitura, os tempos do enunciado e da enunciação, nem sempre coincidentes, atualizam-se na consciência daquele que lê. Pensando nisso, comecei a analisar alguns poemas tendo em mente sua configuração temporal, e disso nasceu alguns pequenos vídeos nos quais tento explicitar o tempo latente nesses poemas. O primeiro vídeo é uma leitura de &#8220;Áporo&#8221; de Carlos Drummond de Andrade, publicado em <em>A rosa do povo</em>.</p>
<p>A proposta não é recriar artisticamente o poema de Drummond num outro sistema semiótico, mas oferecer uma espécie de análise estilística visual. Para tanto, lancei mão de recursos sumários para duplicar a simplicidade do objeto analisado, evitando qualquer traço figurativo de modo a fugir de uma associação demasiadamente mecânica com as imagens do poema. Não queria um vídeo que ilustrasse o poema, mas que evidenciasse o mais fielmente possível seus ritmos e a experiência do tempo condensada nele. É claro que, mesmo assim, as marcas de minha própria leitura acabaram sendo impressas no objeto, creio porém que a maioria dos leitores ainda conseguirá reconhecer algo de sua própria experiência com o texto em meu vídeo.</p>
<p>O princípio de composição foi bem simples: usando apenas fundos monocromáticos, os versos do poema, alguns minguadíssimos efeitos visuais e, principalmente, a cronometragem de cada plano, criei uma espécie de legenda ao avesso: os recursos visuais não ilustram o poema, mas meio que o explicam, reproduzindo-lhe o ritmo e o tempo latentes; não é o texto que traz algum acréscimo de significado à imagem, como na legenda comum — é a dimensão imagética que traduz abstratamente o sentido do texto. Não sei se fui muito feliz na empreitada, talvez meus leitores acabem por achar tudo meio óbvio, mas reitero aqui que minha intenção era justamente tornar explícitos certos aspectos constituintes do poema e não fazer uma leitura inovadora ou propriamente artística.</p>
<p>P.S.: O vídeo não tem som.</p>
<p><!-- start insertion by YouTube Brackets, robertbuzink.nl --><span class="youtube"><object width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/qjLdatoE8e8"> <param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qjLdatoE8e8" /><param name="wmode" value="transparent" /></object></span><!-- end Youtube Brackets insertion --></p>
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