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	<title>Comments on: Entropia</title>
	<link>http://breviario.org/ptyx/2008/03/27/entropia/</link>
	<description>Just another Breviário.org weblog</description>
	<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 07:07:12 +0000</pubDate>
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		<title>By: Lorena</title>
		<link>http://breviario.org/ptyx/2008/03/27/entropia/#comment-1865</link>
		<dc:creator>Lorena</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 00:07:06 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/ptyx/2008/03/27/entropia/#comment-1865</guid>
		<description>"Entropia" é o meu segundo poema favorito seu. O primeiro é "Picnic em Auschwitz" com suas abelhas esclerosadas.

Fiquei feliz com o comentário sobre "A morte do tempo". Quando o escrevi me perguntei o que você acharia, mas acabei nem pedindo opinião; que você a tenha dado por conta própria foi uma feliz surpresa.

Mas surpresa maior foi ver que você encontrou o Liberdade Tátil, blog do Vitor Nina, aquele meu amigo poeta de que te falei. Você sabia que o blog era dele, ou foi só uma curiosa coincidência?
Suponho que tenha gostado, já que o colocou nos links. Eu pessoalmente estou passada com esses últimos poemas dele. Estão cada vez mais brutos e inteiros em sua brutalidade. É poesia de jorro, verve pura, mas precisa e ferrenha como já vi poucos. Enfim, sou suspeita pra falar. Mas considerando que são blocos inteiros de poemas escritos às vezes num só dia, lapidados pelo momento, enraizados na sinceridade do autor, não tem como não ficar no mínimo perplexo diante de como eles são bem realizados!

Abraço, Emmanuel. Não desapareça!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Entropia&#8221; é o meu segundo poema favorito seu. O primeiro é &#8220;Picnic em Auschwitz&#8221; com suas abelhas esclerosadas.</p>
<p>Fiquei feliz com o comentário sobre &#8220;A morte do tempo&#8221;. Quando o escrevi me perguntei o que você acharia, mas acabei nem pedindo opinião; que você a tenha dado por conta própria foi uma feliz surpresa.</p>
<p>Mas surpresa maior foi ver que você encontrou o Liberdade Tátil, blog do Vitor Nina, aquele meu amigo poeta de que te falei. Você sabia que o blog era dele, ou foi só uma curiosa coincidência?<br />
Suponho que tenha gostado, já que o colocou nos links. Eu pessoalmente estou passada com esses últimos poemas dele. Estão cada vez mais brutos e inteiros em sua brutalidade. É poesia de jorro, verve pura, mas precisa e ferrenha como já vi poucos. Enfim, sou suspeita pra falar. Mas considerando que são blocos inteiros de poemas escritos às vezes num só dia, lapidados pelo momento, enraizados na sinceridade do autor, não tem como não ficar no mínimo perplexo diante de como eles são bem realizados!</p>
<p>Abraço, Emmanuel. Não desapareça!</p>
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