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	<title>Comments on: O nós desatado</title>
	<link>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/</link>
	<description>Just another Breviário.org weblog</description>
	<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 05:14:08 +0000</pubDate>
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		<title>By: Emmanuel</title>
		<link>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-23</link>
		<dc:creator>Emmanuel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2007 18:43:22 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-23</guid>
		<description>Bom, Cassiane, eu creio que as relações do sujeito com a sua subjetividade são uma coisa mediada historicamente. Isso quer dizer temos certos padrões historicamente determinados de lidar com os nossos afetos, padrões socialmente transmitidos que fazem parte da constituição de nosso aparelho psíquico durante a nossa formação como indivíduo. Acho que é preciso que talvez o poeta, de alguma forma, coloque-se para além desses padrões, mas não para mais "fundo" dos afetos, pois creio que os afetos são os mesmos para todos os seres humanos, aliás, são infra-humanos (o civilizado ou o especificamente humano estariam justamente nos padrões de apreensão dos afetos), portanto não podem ser a origem da "originalidade". Penso que a originalidade só possa ser obtida através da reflexão consciente ou de uma visada crítica sobre as coisas, ainda que intuitivamente orientada. É claro que tudo isso que estou dizendo parte da minha visão pessoal acerca do mundo e da poesia, e é possível que só seja verdadeiro para mim.

Mas obrigado pelo comentário, talvez tente respondê-lo mais satisfatoriamente num futuro post.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, Cassiane, eu creio que as relações do sujeito com a sua subjetividade são uma coisa mediada historicamente. Isso quer dizer temos certos padrões historicamente determinados de lidar com os nossos afetos, padrões socialmente transmitidos que fazem parte da constituição de nosso aparelho psíquico durante a nossa formação como indivíduo. Acho que é preciso que talvez o poeta, de alguma forma, coloque-se para além desses padrões, mas não para mais &#8220;fundo&#8221; dos afetos, pois creio que os afetos são os mesmos para todos os seres humanos, aliás, são infra-humanos (o civilizado ou o especificamente humano estariam justamente nos padrões de apreensão dos afetos), portanto não podem ser a origem da &#8220;originalidade&#8221;. Penso que a originalidade só possa ser obtida através da reflexão consciente ou de uma visada crítica sobre as coisas, ainda que intuitivamente orientada. É claro que tudo isso que estou dizendo parte da minha visão pessoal acerca do mundo e da poesia, e é possível que só seja verdadeiro para mim.</p>
<p>Mas obrigado pelo comentário, talvez tente respondê-lo mais satisfatoriamente num futuro post.</p>
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	<item>
		<title>By: Emmanuel</title>
		<link>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-21</link>
		<dc:creator>Emmanuel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2007 18:28:30 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-21</guid>
		<description>Ana Candocha,

Concordo plenamente com você, só estou meio em dúvida se é posssível atingir a poesia verdadeira apenas pelo talento individual do poeta e pela sua relação pessoal com a poesia, ou se é preciso posicionar-se de alguma maneira diante dela e dar conta do terrível lema da esfinge: decifra-me ou te devoro. Acho que talvez seja preciso refletir sobre o fato de que "a poesia é um ato civilizatório num tempo de barbárie". Muitas conseqüências já foram tiradas disso, como Brecht se questionando em que tempos estamos quando falar de árvores já é um crime, de omissão, ou Adorno dizendo que a poesia não é mais possível depois de Auschwitz. Outros poderiam objetar que a função da poesia em tais tempos talvez seja a de justamente lembrar aos homens que as árvores existem para além de qualquer discurso ambientalista-utilitário-religioso do tipo "salve as árvores e salve a si mesmo". Tudo o que sei é que o caminho de Brecht não me apetece muito... Obrigado pelo comentário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Candocha,</p>
<p>Concordo plenamente com você, só estou meio em dúvida se é posssível atingir a poesia verdadeira apenas pelo talento individual do poeta e pela sua relação pessoal com a poesia, ou se é preciso posicionar-se de alguma maneira diante dela e dar conta do terrível lema da esfinge: decifra-me ou te devoro. Acho que talvez seja preciso refletir sobre o fato de que &#8220;a poesia é um ato civilizatório num tempo de barbárie&#8221;. Muitas conseqüências já foram tiradas disso, como Brecht se questionando em que tempos estamos quando falar de árvores já é um crime, de omissão, ou Adorno dizendo que a poesia não é mais possível depois de Auschwitz. Outros poderiam objetar que a função da poesia em tais tempos talvez seja a de justamente lembrar aos homens que as árvores existem para além de qualquer discurso ambientalista-utilitário-religioso do tipo &#8220;salve as árvores e salve a si mesmo&#8221;. Tudo o que sei é que o caminho de Brecht não me apetece muito&#8230; Obrigado pelo comentário.</p>
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		<title>By: Emmanuel</title>
		<link>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-20</link>
		<dc:creator>Emmanuel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2007 18:13:58 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-20</guid>
		<description>Rômulo,

Pretendo responder às suas questões, assim como as levantadas pelo Vinícius e pela Lorena no próximo post; portanto, aguardem as cenas do próximo capítulo neste mesmo batcanal mas não necessariamente neste mesmo bat-horário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rômulo,</p>
<p>Pretendo responder às suas questões, assim como as levantadas pelo Vinícius e pela Lorena no próximo post; portanto, aguardem as cenas do próximo capítulo neste mesmo batcanal mas não necessariamente neste mesmo bat-horário.</p>
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	<item>
		<title>By: Emmanuel</title>
		<link>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-19</link>
		<dc:creator>Emmanuel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2007 18:11:10 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-19</guid>
		<description>Não se preocupe, Lorena. Não pretendo escrever um poema épico, pois já o tenho. É o "Picnic em Auschwitz" que, obviamente, é épico de uma maneira "sui generis"...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não se preocupe, Lorena. Não pretendo escrever um poema épico, pois já o tenho. É o &#8220;Picnic em Auschwitz&#8221; que, obviamente, é épico de uma maneira &#8220;sui generis&#8221;&#8230;</p>
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		<title>By: Cassiane</title>
		<link>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-17</link>
		<dc:creator>Cassiane</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2007 17:09:11 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-17</guid>
		<description>Continue sendo voçe, seus poemas terão vida quando neles voçe estiver, repousando ..ora tranquilo..ora insatisfeito...mas sempre voçe estará dentro dele, fundindo-se com seu poema numa relação uníssona.
Assim como os rios buscam o mar numa relação inevitável, seus poemas sempre irão emergir dentro de voçe com força e originalidade, senão não seriam seus.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Continue sendo voçe, seus poemas terão vida quando neles voçe estiver, repousando ..ora tranquilo..ora insatisfeito&#8230;mas sempre voçe estará dentro dele, fundindo-se com seu poema numa relação uníssona.<br />
Assim como os rios buscam o mar numa relação inevitável, seus poemas sempre irão emergir dentro de voçe com força e originalidade, senão não seriam seus.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: ana candocha</title>
		<link>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-16</link>
		<dc:creator>ana candocha</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Dec 2007 11:23:13 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-16</guid>
		<description>Emmanuel,

A hora é de o poeta (não sujeito sozinho, mas o complexo) se confundir com a própria poesia. Que é um ato civilizatório num tempo de barbárie. No reino das palavras, atingir a poesia. O resto é compadrio. Seguir o conselho ainda não seguido de Drummond: "Agora deixei de ser moderno, serei eterno". Portanto, o céu começa no tempo, a eternidade parte de um poema verdadeiro. Seja um poeta, não um impostor, basta isso. O mundo está sujo de falsos poetas. Eu sou uma editora, também poeta. Gostaria de editar uma coleção de ótimos poetas, revelá-los, apenas não tenho dinheiro e não sei me submeterà gincana perversa das leis de incentivos. Prefiro o mecenato puro e simples. Diante de croqui de Oscar Niemayer, você reconhecer o talento, dizer como o prefeito JK, vá em frente, construa o complexo da Pampulha. Só os medíocres se agitam em gincanas inúteis, gastam tempo com o descartável. Importante é o poema, o poeta poder escrever. O grande evento é o bom livro, depois as declamações. Ou a declamação para anunciar um bom livro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Emmanuel,</p>
<p>A hora é de o poeta (não sujeito sozinho, mas o complexo) se confundir com a própria poesia. Que é um ato civilizatório num tempo de barbárie. No reino das palavras, atingir a poesia. O resto é compadrio. Seguir o conselho ainda não seguido de Drummond: &#8220;Agora deixei de ser moderno, serei eterno&#8221;. Portanto, o céu começa no tempo, a eternidade parte de um poema verdadeiro. Seja um poeta, não um impostor, basta isso. O mundo está sujo de falsos poetas. Eu sou uma editora, também poeta. Gostaria de editar uma coleção de ótimos poetas, revelá-los, apenas não tenho dinheiro e não sei me submeterà gincana perversa das leis de incentivos. Prefiro o mecenato puro e simples. Diante de croqui de Oscar Niemayer, você reconhecer o talento, dizer como o prefeito JK, vá em frente, construa o complexo da Pampulha. Só os medíocres se agitam em gincanas inúteis, gastam tempo com o descartável. Importante é o poema, o poeta poder escrever. O grande evento é o bom livro, depois as declamações. Ou a declamação para anunciar um bom livro.</p>
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		<title>By: Rômulo</title>
		<link>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-15</link>
		<dc:creator>Rômulo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Dec 2007 01:22:59 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-15</guid>
		<description>"Tão logo um poeta se desprende do jugo de suas principais influências e adquire voz própria, ele está sozinho — não há um 'nós'."

Será que isso não acontece com qualquer poeta &lt;i&gt;desprendido&lt;/i&gt; em qualquer tempo, porém? Parece-me que esse tipo de poeta encontra-se inevitavelmente sozinho; a influência da geração faz-se meramente na forma de eixo orientativo. Sob essa perspectiva, o momento contemporâneo seria quase abençoado: tal poeta poderia, se desejasse, jogar dados para selecionar seus motivos: e não há obrigação real com o zeitgeist. Não creio, Emmanuel, que se você decidisse partir de onde Bilac parou (e ignorar portanto um século de literatura) sua produção seria - por esse motivo apenas - de algum modo inconseqüente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Tão logo um poeta se desprende do jugo de suas principais influências e adquire voz própria, ele está sozinho — não há um &#8216;nós&#8217;.&#8221;</p>
<p>Será que isso não acontece com qualquer poeta <i>desprendido</i> em qualquer tempo, porém? Parece-me que esse tipo de poeta encontra-se inevitavelmente sozinho; a influência da geração faz-se meramente na forma de eixo orientativo. Sob essa perspectiva, o momento contemporâneo seria quase abençoado: tal poeta poderia, se desejasse, jogar dados para selecionar seus motivos: e não há obrigação real com o zeitgeist. Não creio, Emmanuel, que se você decidisse partir de onde Bilac parou (e ignorar portanto um século de literatura) sua produção seria - por esse motivo apenas - de algum modo inconseqüente.</p>
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	<item>
		<title>By: Lorena</title>
		<link>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-14</link>
		<dc:creator>Lorena</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 23:00:55 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-14</guid>
		<description>Literatura com Letra maiúscula, nos dias de hoje, como em todo momento de transição ou estafa quanto ao que fazer tendo em vista o que se fez e o que se vem fazendo, só é possível se você conseguir inventar algo que não existe.

Não me refiro a algo que &lt;i&gt;ainda&lt;/i&gt; não existe, com sentido de coisa que necessariamente acabaria sendo inventada, mais cedo ou mais tarde; refiro-me a fazer (escrever) aquilo que NÃO DEVERIA EXISTIR.

Bases minadas, pés desnudos, formas fixas apenas as já incorporadas inconscientemente. Ou não, na verdade, foda-se.

Mas, Vinícius, se você continuar a espalhar por aí essas suas frases non-sense eu serei obrigada a não gostar delas!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Literatura com Letra maiúscula, nos dias de hoje, como em todo momento de transição ou estafa quanto ao que fazer tendo em vista o que se fez e o que se vem fazendo, só é possível se você conseguir inventar algo que não existe.</p>
<p>Não me refiro a algo que <i>ainda</i> não existe, com sentido de coisa que necessariamente acabaria sendo inventada, mais cedo ou mais tarde; refiro-me a fazer (escrever) aquilo que NÃO DEVERIA EXISTIR.</p>
<p>Bases minadas, pés desnudos, formas fixas apenas as já incorporadas inconscientemente. Ou não, na verdade, foda-se.</p>
<p>Mas, Vinícius, se você continuar a espalhar por aí essas suas frases non-sense eu serei obrigada a não gostar delas!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Lorena</title>
		<link>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-13</link>
		<dc:creator>Lorena</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 22:42:48 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-13</guid>
		<description>&lt;i&gt;O jeito é persistir no que deu certo e expandir. Já pensou em fazer um poema épico?&lt;/i&gt;

Não, ele não pensou nem pensará, certo, Emmanuel? Persistir no que deu certo?! "Exxxxxpaaaaannnnndiiiirrrrr"?

Vai ser um crítico literário, vai, Vinícius.

Emmanuel, eu pensei muitas coisas sobre seu comentário acerca do Soneto Piedoso, mas acabei não dizendo nada. Na terça-feira, talvez.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>O jeito é persistir no que deu certo e expandir. Já pensou em fazer um poema épico?</i></p>
<p>Não, ele não pensou nem pensará, certo, Emmanuel? Persistir no que deu certo?! &#8220;Exxxxxpaaaaannnnndiiiirrrrr&#8221;?</p>
<p>Vai ser um crítico literário, vai, Vinícius.</p>
<p>Emmanuel, eu pensei muitas coisas sobre seu comentário acerca do Soneto Piedoso, mas acabei não dizendo nada. Na terça-feira, talvez.</p>
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	<item>
		<title>By: Vinicius</title>
		<link>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-12</link>
		<dc:creator>Vinicius</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 16:10:41 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/ptyx/2007/12/09/o-nos-desatado/#comment-12</guid>
		<description>Isso é realmente um problema, mas não creio que se encontrará a resposta em uma geração. As gerações passadas já chegaram a nós de modo depurado: muita gente "se perdeu" no meio do caminho. O jeito é persistir no que deu certo e expandir. Já pensou em fazer um poema épico?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isso é realmente um problema, mas não creio que se encontrará a resposta em uma geração. As gerações passadas já chegaram a nós de modo depurado: muita gente &#8220;se perdeu&#8221; no meio do caminho. O jeito é persistir no que deu certo e expandir. Já pensou em fazer um poema épico?</p>
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