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	<title>Comments on: Sobre o &#8220;Soneto caixa de música&#8221;</title>
	<link>http://breviario.org/ptyx/2007/10/10/sobre-o-soneto-caixa-de-musica/</link>
	<description>Just another Breviário.org weblog</description>
	<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 00:36:15 +0000</pubDate>
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		<title>By: Emmanuel Santiago</title>
		<link>http://breviario.org/ptyx/2007/10/10/sobre-o-soneto-caixa-de-musica/#comment-8</link>
		<dc:creator>Emmanuel Santiago</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Oct 2007 21:05:28 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/ptyx/2007/10/10/sobre-o-soneto-caixa-de-musica/#comment-8</guid>
		<description>Bom, Lorena, essa foi mais uma análise descritiva e não interpretativa, como você e o Vinícius notaram. Talvez mais possa ser dito sobre ele, caso ele se trate de um poema realmente interessante. Se, ao contrário disso, qualquer comentário possível se resumir aos processos empregados na sua composição,então não fiz um bom poema (como eu acreditava que o tivesse feito).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, Lorena, essa foi mais uma análise descritiva e não interpretativa, como você e o Vinícius notaram. Talvez mais possa ser dito sobre ele, caso ele se trate de um poema realmente interessante. Se, ao contrário disso, qualquer comentário possível se resumir aos processos empregados na sua composição,então não fiz um bom poema (como eu acreditava que o tivesse feito).</p>
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		<title>By: Vinícius</title>
		<link>http://breviario.org/ptyx/2007/10/10/sobre-o-soneto-caixa-de-musica/#comment-7</link>
		<dc:creator>Vinícius</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Oct 2007 00:43:56 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/ptyx/2007/10/10/sobre-o-soneto-caixa-de-musica/#comment-7</guid>
		<description>Há complexidade suficiente para buscar umas interpretações mais interessantes do que a mera descrição técnica (que é o que o aluno futuro, sem imaginação, conseguiria retirar das considerações acima relatadas). "O Corvo" não se esgota na "Psicologia da Composição", para citar um exemplo análogo. Só a alteração rímica do segundo verso já proporcionaria algumas possibilidades imaginativas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há complexidade suficiente para buscar umas interpretações mais interessantes do que a mera descrição técnica (que é o que o aluno futuro, sem imaginação, conseguiria retirar das considerações acima relatadas). &#8220;O Corvo&#8221; não se esgota na &#8220;Psicologia da Composição&#8221;, para citar um exemplo análogo. Só a alteração rímica do segundo verso já proporcionaria algumas possibilidades imaginativas.</p>
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	<item>
		<title>By: Lorena</title>
		<link>http://breviario.org/ptyx/2007/10/10/sobre-o-soneto-caixa-de-musica/#comment-6</link>
		<dc:creator>Lorena</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Oct 2007 15:19:11 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/ptyx/2007/10/10/sobre-o-soneto-caixa-de-musica/#comment-6</guid>
		<description>Mas, Emmanuel, assim você facilita por demais a vida dos graduandos do futuro que precisarão fazer trabalhos de aproveitamento sobre o seu soneto.
Dá até para imaginar uma nota de rodapé, em negrito, na folha de intruções do trabalho: "Qualquer repetição literal das observações feitas pelo autor naquele veículo virtual de comunicação hoje já ultrapassado - o blog - implicará imediatamente nota zero."

Se bem que esse é um comentário um tanto pessimista de minha parte quanto ao seu reconhecimento como poeta; esperamos, na verdade, que esse (que para mim vai ser sempre "o soneto da bailarina", não importa quão aluada ela seja, que minha subjetividade é endoidecida por essa figura lânguida que dança) -- esperamos que esse seja daqueles poemas "obscuros", que metem medo, de tão sutis, intimidantes, que nunca são escolhidos entre os arrolados pelo professor. Se bem que não são muitas as pessoas capazes de reconhecer poemas assim. O seu corre o risco de ser visto mesmo como os decassílabos da mulher louca que dança... Mas não pensemos nisso. Esperança quanto ao futuro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas, Emmanuel, assim você facilita por demais a vida dos graduandos do futuro que precisarão fazer trabalhos de aproveitamento sobre o seu soneto.<br />
Dá até para imaginar uma nota de rodapé, em negrito, na folha de intruções do trabalho: &#8220;Qualquer repetição literal das observações feitas pelo autor naquele veículo virtual de comunicação hoje já ultrapassado - o blog - implicará imediatamente nota zero.&#8221;</p>
<p>Se bem que esse é um comentário um tanto pessimista de minha parte quanto ao seu reconhecimento como poeta; esperamos, na verdade, que esse (que para mim vai ser sempre &#8220;o soneto da bailarina&#8221;, não importa quão aluada ela seja, que minha subjetividade é endoidecida por essa figura lânguida que dança) &#8212; esperamos que esse seja daqueles poemas &#8220;obscuros&#8221;, que metem medo, de tão sutis, intimidantes, que nunca são escolhidos entre os arrolados pelo professor. Se bem que não são muitas as pessoas capazes de reconhecer poemas assim. O seu corre o risco de ser visto mesmo como os decassílabos da mulher louca que dança&#8230; Mas não pensemos nisso. Esperança quanto ao futuro.</p>
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