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	<title>Perambulagens &#187; Coisas</title>
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		<title>Aniversário em pleno carnaval</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 00:44:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Barreto Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Estética]]></category>

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		<description><![CDATA[Este post vem meio atrasado. Comecei a escrevê-lo ainda na Rodoviária de Belo Horizonte, terça-feira última, numa lan house. Eu voltava de Ouro Preto e teria de esperar umas horas até vir meu ônibus. Acabou o tempo contratado e, chegando a São Paulo, trabalhei muito, sem tempo de respirar. Eis o post, às pressas. * [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este post vem meio atrasado. Comecei a escrevê-lo ainda na Rodoviária de Belo Horizonte, terça-feira última, numa lan house. Eu voltava de Ouro Preto e teria de esperar umas horas até vir meu ônibus. Acabou o tempo contratado e, chegando a São Paulo, trabalhei muito, sem tempo de respirar. Eis o post, às pressas.</p>
<p>*</p>
<p>Pois é, meus caros. Imaginem que meu aniversário veio a cair em pleno carnaval. Não me lembrava de já me ter acontecido isso, que teoricamente é uma catástrofe. Mas explicar-vos-ei por que não foi tão mau assim. Fui passar carnaval em Ouro Preto pelo simples motivo de lá ainda estarem vários amigos que fazem o curso de Letras da UFOP, que abandonei. O carnaval não me agrada, mas s companhias e as bebidas sim. Além do mais, era a única folga visível.</p>
<p>Não é por ser uma cidade com uma bela arquitetura que as comemorações lá são menos vulgares, esteticamente falando. Como era de se esperar, muita música ruim e dança de ir mexendo até o chão, que está sempre imundo (suor, cerveja e urina). Vocês sabem, eu não sei dançar.</p>
<p>O aniversário. Após ter acordado lá pelo meio-dia, vislumbrei pela janela uma merencória chuva. Entre um cigarro e outro, um telefonema que me parabenizava e outro, uma tarde semi-entediante foi-se acabando. Como só havia três pessoas na casa, jogávamos buraco um contra o outro, bebendo muita Coca-Cola, sendo que o vencedor jogava contra quem estava &#8220;de fora&#8221;. E todo mundo só queria estar <span>de fora</span>. Mas não mais do que de repente, eu e os meu amigos nos aprumamos. Bem vestidos, cabelos penteados e lavados, demos a graça de nosso ar na rua entupida de gente. Rompemos a multidão com nossos passos ritmados numa espécie de fuga, entretanto jamais fora do compasso intuitivo.</p>
<p>Dirigimo-nos, pois, ao melhor restaurante da cidade. Aqui, nas paredes havia quadros que podiam ser bons e a mobília, de madeira de lei, nos abrigou enquanto pessoas vindas do carnaval iam e viam. Comemos algumas boas coisas, bebemos boa cerveja etc. E então fechamos a conta brindando a superioridade de nossos espíritos aristocráticos com doses de Chivas 12 anos.</p>
<p>Em seguida, dirigimo-nos a pé até um bar que não é de meus tempos de estudante em Ouro Preto (oh! esqueço de dizer: eu estava em Mariana na verdade &#8211; eu uso OP para me referir a ambas as cidades, saibam) . Mais uma vez passando pela multidão que, em plenos farrapos morais e estéticos, estranhava aonde iam pessoas de tamanho requinte. Quer dizer, eles deviam exclamar para si mesmos, indignados, <em>que porra é essa, estamos em </em>carnaval etc.</p>
<p>Mas nós, meus caros, antes de tudo estávamos indo ao Scotch Art,  bar construído em uma casa de arquitetura barroca, com boa música popular, bebidas e charutos. Sabíamos de nossa responsabilidade para com a estética universal. Comemos alguma coisa mais (era poética a culinária de lá), conversamos e &#8211; para que a noite se fechasse com uma chave de ouro parnasiana &#8211; bebi sublimes doses de absinto e acendi um charuto cubano, soltando baforadas densas. No bar dançava sensual a fada verde, que reprimia qualquer átomo que estivesse alheio ao nossa espírito dândi.</p>
<p>*</p>
<p>E lá ela continua eterna, e nós em sua retina que se surpreendera e petrificara-se.</p>
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		<title>Esta vez medo</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 21:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Barreto Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas]]></category>

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		<description><![CDATA[Como se acostumaram, combinava-se de ir ao mesmo bar de sempre, aquele cujos rostos da moda sempre passavam batidos, mas para alcançá-lo bastava descer aquela rua, após a rápida condução. A pretensão de um lugar outro. Acertou-se, desta vez, na estação de metrô. Encontraram-se umas nove da noite, pediram informação ao fiscal de bigode sonolento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como se acostumaram, combinava-se de ir ao mesmo bar de sempre, aquele cujos rostos da moda sempre passavam batidos, mas para alcançá-lo bastava descer aquela rua, após a rápida condução. A pretensão de um lugar outro. Acertou-se, desta vez, na estação de metrô. Encontraram-se umas nove da noite, pediram informação ao fiscal de bigode sonolento, desceram ruas, dobraram algumas esquinas etc. <span> </span>Ei-los lá. A região mais vazia do que se escutava dizer, ali todo dia é cheio, seria iminência de chuva ou por que era um feriado em plena quarta-feira? E os bares, de se assustar, tinham a cerveja além do que o bolso permitia, esperava-se ficar por ali até haver ônibus. Depois de o sol ter iluminado as ruas. Como a região era de muitos bares, haveriam de encontrar um onde a cerveja fosse mais barata. Foram duas cervejas até que chegasse a hora de fechar esse boteco sujo, mais caro que aquele bar saudoso.</p>
<p class="MsoNormal">No bar ao lado descoberto, tranqüilizaram-se, a cerveja mais gelada, o atendimento melhor e só tinham é de fazer o tempo ir-se rapidamente, para que cada qual pegasse seu ônibus. <span> </span>Mas a umas três da madrugada, desolados. Viam as portas descidas e ventava e o norte, a esmo, por sorte não era prejudicado, foi pouca cerveja que beberam. Na esquina, ali na frente, havia um ponto de taxi. É de se juntarem os trocados, ir-se dali, o tempo é que não se irá depressa. Pergunta se havia algum bar 24h. Mas o taxista, intransigente em busca de um passageiro, recomendando ir embora, aqui não era bom andar à noite (quando as categorias de Kant não existem).</p>
<p class="MsoNormal">Gentilmente agradeceu e, lembrando de onde vieram, pegaram a rua, reconfortaram-se em silêncio, cada um em seu próprio passo, sim veio-se por aqui. A rua se alongava como um paciente anestesiado sobre a maca; de relance às vezes parecia diferente, um abismo, mas é certo que era esta, lembrava deste bar. Iam-se como se deve prosseguir, sob arbitrários implícitos. Para não dizer que as ruas estavam vazias, vinha alguém na frente, alguém suspeito?, mas se lhes passou tão logo quanto surgiu.</p>
<p class="MsoNormal">Você com o guarda-chuva o que está olhando? E antes que se pudesse premeditar reação, garrafa instantaneamente estourou atrás de nós, seus cacos se viam voando. Os olhos do sujeito deviam ser de fúria, não os vi, quando me percebi corria com fôlego que não tinha. O amigo vinha um pouco atrás, eu avaliava em esquinas a solução, um bar, olhava para trás e ele <span> </span>nos perseguia. Parou um carro, não vi, vi quando o amigo afoito pedia socorro. <span> </span>Ele mexia no lixo. Tentei falar com o motorista, não entendia, não ligava, procurando alguma rua no guia da cidade.</p>
<p class="MsoNormal">Se conseguimos lhes explicitar a difícil situação, sem conhecê-lo, risco havia, mas vendo que ele voltava do lixo com outra garrafa, nos falou com um olhar que deve ter sido irônico, debochado, há um café 24h aqui em frente. Um deus ex-machina de estragar qualquer literatura, por sorte é um post. Com um suspiro duradouro e aliviado e as pernas instáveis, à beira de eu não ter respiração , enfim viam-se seguros, bastou atravessar rápido a rua em linha reta, acendeu-se um cigarro, isso não me era bom embora necessário, tentava-se explicar ao casal que ali estava a terrível perseguição. Ele apontava o dedo rindo-se, não é aquele magrelo passando? Passou seco, com a garrafa erguida numa das mãos, ele indo aonde quebrá-la.</p>
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		<title>Avaliando o que perdera</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jan 2008 02:28:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Barreto Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas]]></category>

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		<description><![CDATA[Chega o fim do ano e ficamos mais sentimentais. A maioria dos blogs que leio está em seu balanço de fim de ano. E eu, influenciando por meus blogueiros preferidos, mas também por esta época, não faço de outro modo. Avalio o que perdera, para citar um verso do Drummond. Foi um ano longo este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Chega o fim do ano e ficamos mais sentimentais. A maioria dos blogs que leio está em seu balanço de fim de ano. E eu, influenciando por meus blogueiros preferidos, mas também por esta época, não faço de outro modo. Avalio o que perdera, para citar um verso do Drummond. Foi um ano longo este de 2007, muito longo. Ano de mudança, ano difícil, ano de (re)conhecimento e ano de preparação de alguma coisa que de certa forma já está a caminho.</span><span>A princípio, em Salvador, percebi mais claramente que coisas em nossa vida podem ser eternamente perdidas, só persistindo na memória. A mim a vida de certa forma foi sempre assim. Também por ter mudado muito de cidade; assim, nunca fui de manter muitos amigos ou coisas. Mas, quando retorno a um lugar, posso muito bem revisitar algumas situações. Em Salvador procurei vários antigos amigos, sem sucesso. Coisas ficam para trás e pronto. Lembro-me de um dia em que desci ao playground do prédio de meus avós e fiquei, então, fumando um cigarro; uma sensação estranha, já que nos tempos em que ficava ali jamais eu imaginaria que um dia eu fumaria. Também era o lugar onde eu ficava com os amigos, quando criança e adolescente.</span></p>
<p><span>A seguir, houve a ida a Belo Horizonte; visitei um amigo da faculdade. Após alguns dias ali, segui a Ouro Preto, onde eu já iniciei o curso de Letras. Lá foi o primeiro lugar, ao que me lembro, de onde guardo amigos até hoje. Confirmou-se que, mesmo com o tempo, continuamos amigos; ainda que distantes, ainda que esse pessoal todo vá se separar, retornando cada um a sua terra natal. O nosso parece que se perderia mais pelo espaço, não tanto pelo tempo.</span></p>
<p><span>E, completando o percurso, cheguei a São Paulo. Voltaram as aulas, reencontraram-se os poucos e bons amigos que se fazem numa cidade como esta. Lembro-me, no curso das semanas, minha patética descoberta de Meursault – mas essencial para minha formação; a descoberta de uma espécie de anarquismo só do próprio ego, uma viagem pelo estrangeirismo. Acho que foi minha queda, efetivamente conhecia o mundo. E, mais tarde, por ainda ser volúvel, veio um radicalismo às avessas, um deslumbramento do conservadorismo, uma tentativa (falha) de se tornar católico de verdade etc. E, quando isso tudo passa, os dois lados, o espírito se acalma e pode-se especular melhor o que somos.</span></p>
<p><span>É claro que isso não foi tão simples, tendo durado boa parte do ano. Esses mergulhos deram reviravoltas em minha vida; chegou a hora em que quis largar a faculdade de Letras, como se partisse de uma decisão verdadeiramente racional (mas faltara eu me considerar a mim mesmo), que vinha acompanhada de uma decepção de mim enquanto poeta. Quis trocar de lado, pensar numa vida financeira, como se abandonasse a ilusão adolescente e inócua de ser poeta. Este processo também é longo, afinal veio da descoberta de que não se poderia levar a poesia esperando o instante em que seu gênio, como um Rimbaud, deslancharia.</span></p>
<p><span>Tendo decidido fazer Direito, iniciei o cursinho. Mal no segundo mês eu já o tinha largado. Só assim, levando uma patada, pude reconhecer meus próprios limites. Enquanto ia-me desviando do cursinho, voltava a tentar trabalhar via web: iniciei uns projetos, tentando de alguma forma estabelecer-me. Por alguma sorte, consegui um emprego de verdade. Trabalho com webdesign.</span></p>
<p><span>Mas as dúvidas quanto ao futuro não pararam. Foram dois meses difíceis, de certa angústia, de trabalho e projetos pessoais, de certo desespero. O trabalho me cansava, afinal pegam-se ônibus e trem, à parte o trabalho em si. A minha sorte foi, como já postei, ter ido a Itajubá e ter refletido melhor o que eu já especulava para o próximo ano. Assim, larguei mão de todos os projetos pessoais, que mal davam retorno e cansavam muito. Decidi, enfim, voltar à faculdade de Letras, afinal tenho de reconhecer que ainda tenho o que aprender. Volto, acredito, mais maduro, com mais experiência; também já não dependendo de luxos familiares; ganho eu mesmo meu dinheiro e gosto do que faço. Volto sabendo o que quero, o que me é importante. E a Literatura é uma das coisas mais importantes. Quero estudar muito, dedicar-me profundamente a ela. Lê-la. Entendê-la.</span></p>
<p><span>Querer ser poeta. Durante algum tempo, havia o querer ser poeta. O achar-se gênio quase pronto. Mas, nesse tempo, descobri que o que há é, realmente, a necessidade de escrever, o contato com as palavras, este mundo ao qual adentramos querendo entendê-lo, descobrindo que o buraco é cada vez mais embaixo. (Perdoem-me por eu estar meio clichê. Eu bem disse que ficamos sentimentais.) O poeta ainda está por vir, se vir. </span></p>
<p class="MsoNormal">E, humildemente, devo reconhecer que eu tinha iniciado a faculdade de Letras para ser poeta. Na dificuldade deste, larguei aquela. Acho que eu tive medo de não ser poeta, eu que já me achava tão poeta. Há e sempre haverá a insegurança de não sê-lo, mas é um risco que, para mim, agora vale a pena. Mais uma frase tola: eu estou fazendo o que gosto, é de mim fazer isso, vale a pena arriscar; antes assim do que seguir por um caminho mais falso, artificial, carregando a perda de um dia eu poder ter sido o que queria . Também não conseguiria ser diferente.</p>
<p class="MsoNormal">Espero que, de agora em diante, já tendo dado as caras e pedido desculpas pelo sumiço com estes textos sinceros, eu retome bem o Perambulagens e também algumas coisas que deixei no caminho e que não me deixaram.</p>
<p class="MsoNormal">*</p>
<p class="MsoNormal">Um bom ano novo para vocês. Muita literatura, muito uísque. Bons amigos, bons amores.</p>
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		<title>Arrumações</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2007 21:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Barreto Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste fim de ano me dei dois presentes: um notebook, que foi possível comprar graças ao meu novo emprego; e a minha entrega às coisas que realmente me satisfazem, o que inicialmente tenho conseguido graças, em partes, ao meu emprego e ao notebook (já que estou me organizando desde cedo, o que também será difícil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Neste fim de ano me dei dois presentes: um notebook, que foi possível comprar graças ao meu novo emprego; e a minha entrega às coisas que realmente me satisfazem, o que inicialmente tenho conseguido graças, em partes, ao meu emprego e ao notebook (já que estou me organizando desde cedo, o que também será difícil de se manter, reconheço);<span>  </span>a outra parte é o expurgamento do que me estava cansando. Porque, antes de começar o trabalho, eu estava atirando a todos os lados, em busca de uma manutenção financeira, que era e é não só importante quanto necessária. E, chegando ao trabalho, mantive todos os projetos e até criei outros.<span>  </span>Pudera! eu estava inseguro e desconfiado quanto ao futuro. Passei tempos de medo, de nervosismo, de stress etc. De verdade.</p>
<p class="MsoNormal">Hoje, já que só ontem retornei da viagem a Itajubá, tenho me desfeito comigo mesmo de compromissos de diversas ordens, e que poucos de vocês sabiam. Desde um blog em que eu falava de tecnologia até um site para pára-quedistas que clicavam em meu AdSense. O problema disso tudo é que eu não estava tendo tempo para ler e escrever das coisas que mais importam para mim – ainda que tirasse o rendimento do uísque: o dinheiro recebido era gasto no alívio. Eu ficava preso nessas coisas chatas, sem poder de recusá-las.</p>
<p class="MsoNormal">Tem sido agora uma rotina de lavar a alma: estou me despedindo de alguns sites, cancelando contas, enviando alguns e-mails e excluindo a assinatura de dezenas ou centenas de feeds no Google Reader. Mantenho, agora, apenas os que realmente me interessam. Nas próximas horas, pretendo deixar limpinha minha caixa de entrada do Gmail. Depois, responder às pessoas com quem eu estou em falta. Não são poucas, não. <span> </span>Mas se acalmem, que eu chego lá.</p>
<p class="MsoNormal">E também tenho escrito e planejado textos para o Perambulagens, que terá toda minha atenção possível até que eu volte à faculdade de Letras, o que me parece, por ora, decidido.</p>
<p class="MsoNormal">Ah! este é apenas um post para eu demonstrar minha tranqüilidade e esperança e registrar para mim mesmo que sinto ter voltado ao que me satisfaz. E para comunicar aos meus amigos que voltem a contar comigo para discutir de nossas coisas.</p>
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		<title>Uma coisa sobre o natal</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Dec 2007 19:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Barreto Ivo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá a todos. Estou em Itajubá, Sul de Minas, nuns dias de férias do trabalho e de S. Paulo, recuperando-me para que no dia 2 eu já esteja preparado para mais uns meses árduos, agora de trabalhador e estudante. Fazia muito tempo que eu não postava, e desde que estava aqui, entre as montanhas, vinha pensando em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a todos. Estou em Itajubá, Sul de Minas, nuns dias de férias do trabalho e de S. Paulo, recuperando-me para que no dia 2 eu já esteja preparado para mais uns meses árduos, agora de trabalhador e estudante. Fazia muito tempo que eu não postava, e desde que estava aqui, entre as montanhas, vinha pensando em uns posts e em literatura. Mas como aqui há computador apenas na lanhouse, tudo será adiado. E mesmo que hoje cedo eu já tenha postado apressadamente, gostaria de responder a <a href="http://breviario.org/sententia/2007/12/26/it%e2%80%99s-ok/">este post do Ed</a>, e não necessariamente no sentido de retrucar. É que ele lembrou uma coisa que eu queria dizer.</p>
<p>A maior reclamação das pessoas quanto ao natal é que há muita hipocrisia ao se desejar felicidade e celebrar em conjunto com muitas pessoas às quais, na verdade, não se dá a mínima. Mas esta é a melhor parte do natal, a de simular, colocar-se num contexto ao qual você não está acostumado. É bom porque, se por um lado fazemos votos insinceros, por outro também reconhecemos algumas afinidades entre parentes. Há aqueles parentes que você sempre amará e alguns que são muito agradáveis de se passar junto nessas datas, e ao mesmo tempo há uns absolutamente desprezíveis nesta ocasião — ainda que outras vezes eles sejam amáveis.</p>
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		<title>O sonho de ser artista</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Dec 2007 13:08:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Barreto Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos o deixam logo, outros o levam consigo durante bom tempo e alguns raros o realizam. É fato que quase todos nós passamos por uma época em que temos o sonho de ser um artista; no caso, falarei de escritores e poetas. Chegando à faculdade de Letras, esta que eu já iniciei em duas universidades, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos o deixam logo, outros o levam consigo durante bom tempo e alguns raros o realizam. É fato que quase todos nós passamos por uma época em que temos o sonho de ser um artista; no caso, falarei de escritores e poetas. Chegando à faculdade de Letras, esta que eu já iniciei em duas universidades, é o sonho de ser escritor o panorama mais geral dos que lá gostam de literatura (e creiam que há muita gente que a despreza). Esses todos desejam e até se esforçam por seu sonho. Entretanto, logo vêm as desilusões e descobertas de como é difícil sê-lo. Desistem, portanto. E não sei se muitos continuam lá por que realmente gostam do curso e da profissão que vão seguir, ou se é por comodidade, já que muitos, que ingressam na faculdade pura e simplesmente para serem poetas, agora temem perda maior de tempo. Não sei quando o sonho morre, não sei o que então sucede às pessoas.</p>
<p>Só no terceiro ano me veio a possibilidade de ser poeta, e logo em seguida achei razoável a idéia de ser professor, afinal lecionar não haveria de ser tão ruim assim. Passei no vestibular e fui estudar Letras na UFOP e, no ano seguinte, morava em São Paulo e estudava na USP.</p>
<p>No princípio somos aquela enorme pretensão, nos elevamos à condição de algum gênio pronto para desabrochar como algum Rimbaud e conquistar o mundo das letras. Mas isso não vem, não vivemos mais tempos de gênios, não há nada. Fora do meio acadêmico, principalmente no familiar, promessas de que se pode usar sua inteligência para ser alguém na vida. E ao mesmo tempo amamos a Literatura e dedicamos a ela nossas melhores horas de amor, havendo sacrifícios de diversas ordens. Em seu nome, encaramos, com algum medo e um desejo de certa forma quixotesco, uma espécie de roleta russa em que está em jogo o realizar-se enquanto poeta e viver em condições modestas ou simplesmente este último caso, já que o fracasso é sempre muito iminente. Mas na hora do disparo muitos desistem, entregam-se ao mundo, que é mais forte do que qualquer um de nós.</p>
<p>Também com o tempo vamos ficando mais desiludidos de nós e do mundo, até nos tornando mais debochados. Desconfiados de que algo valha alguma pena. E não sabemos se se encontra consolo disso nas letras, ou se é o contrário (isto é, se as letras são nossa investida contra o mundo), ou uma mistura, uma contradição, que é o que deve ser. Afinal, por que escrevemos? Temos de pensar por que se faz arte, por que esse sonho de ser artista, o quanto nos entregamos a isso e o quanto realmente vale para nós; se é a única satisfação que teremos ou se é apenas uma mania que aprendemos quando adolescentes. Até quando é mero sonho de ser artista e quando se deixa de sê-lo?</p>
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		<title>De quando o lugar se torna seu</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 19:10:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Barreto Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas]]></category>

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		<description><![CDATA[Em São Paulo o clima tem oscilado entre o calor sudoríparo e um frio chuvoso e agradável. Dizem que não há mais garoa em São Paulo, mas deve se parecer com estes dias. Apesar de nunca ter me importado muito com o frio (tenho boa resistência a temperaturas), eu gostava mesmo é do verão. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><a href="http://breviario.org/perambulagens/wp-content/uploads/DSC01667.JPG" rel="lightbox"><img src="http://breviario.org/perambulagens/wp-content/uploads/.thumbs/.DSC01667.JPG" alt="Da minha janela, São Paulo cinza" align="left" border="0" height="196" width="147" /></a>Em São Paulo o clima tem oscilado entre o calor <span>sudoríparo</span> e um frio chuvoso e agradável. <span>Dizem</span> que não há mais <span>garoa</span> em São Paulo, mas deve se parecer com estes dias. Apesar de nunca ter me importado muito com o frio (tenho boa resistência a temperaturas), eu gostava mesmo é do verão. Não pelo <span>carnaval</span>, mas pela <span>tranqüilidade</span> de não precisar levantar da cama para calçar uma meia.</p>
<p class="MsoNormal">Nascido em Salvador, passei mais de dez <span>invernos</span> em Minas sempre esperando a hora de ou ir a Salvador de férias ou passar um verão nostálgico pela ausência da praia. Pensei que sempre seria assim, no entanto ultimamente tenho me encantado com os prazeres dessa ventania amena. Acho que estou amando São Paulo.</p>
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		<title>Anotação sobre a blogosfera</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 14:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Barreto Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[Coisas]]></category>

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		<description><![CDATA[O Cleber dias atrás fez um post reclamando da blogosfera brasileira, e com toda razão: &#8220;Super Trunfo de… blogs, memes, garrafas de vodkas com logotipos de… blogs, memes, discussões e chats entre… blogueiros sobre os temas candentes entre os… blogueiros, mais memes, campanha (ou que quer que seja aquilo) para estampar na capa da Playboy… [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://mundusminor.com/?p=82">Cleber</a> dias atrás fez um post reclamando da blogosfera brasileira, e com toda razão: &#8220;Super Trunfo de… blogs, memes, garrafas de vodkas com logotipos de… blogs, memes, discussões e chats entre… blogueiros sobre os temas candentes entre os… blogueiros, mais memes, campanha (ou que quer que seja aquilo) para estampar na capa da Playboy… blogueiras, mais um meme sobre as capas da revista, e por aí vai.&#8221; Nos comentários, o <a href="http://paralersemolhar.blogspot.com">Osrevni</a><a href="http://breviario.org/calculorenal/"></a> chamou a atenção para uma coisa que é óbvia, embora todo mundo insista em dizer o contrário. É claro que o &#8220;mundo virtual&#8221; é uma mera extensão de nossas próprias vidas, do &#8220;mundo real&#8221; (expressões caras estas). Na Internet, mudam-se os hábitos (porque a pessoa, oh, acostumou-se a entrar no Orkut) mas mantêm-se as idéias, as pessoas.</p>
<p class="MsoNormal">Há uns quatro anos, quando criei meu primeiro blog, junto com um amigo, muitos se espantavam de nós termos um, afinal blog não passava do que hoje se chama bloguxo. De um ano para cá, o número de blogs também cresceu verginosamente. Considero que isso se deve principalmente ao AdSense; viva, agora todo mundo pensa que vai ganhar dinheiro com seu blog! E talvez até ganhem, mas não todos.</p>
<p class="MsoNormal">Veja-se o <a href="http://blogblogs.com.br/ranking">ranking do Blogblogs</a>, que julgo fazer um retrato fiel do que é a nossa blogosfera. A maioria dos blogs é sobre informática e tecnologia ou sobre ge-ne-ra-li-da-des, isto é, modinhas, coisas que fazem sucesso no que o Cleber chamou “auto-referencial” e pegam pára-quedistas do Google — estes, os que mais clicam nos anúncios do AdSense. E, pois, se esses blogueiros acham que podem ganhar dinheiro, investem seu conteúdo no Google. Não são mais pessoas que lêem seus blogs, sim o robô desse mecanismo de busca. Para os que não sabem, o robô do Google é um programa de computador que lê o texto e tenta organizar os resultados mais relevantes. Logo&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">É certo que a blogosfera brasileira ainda não criou seu próprio modelo. E o pior é que, há uns dois anos, já esteve muito mais perto disso: as pessoas pensavam menos em AdSense, tinham menos influência do que &#8220;deu certo&#8221; e tudo era mais romântico — você tinha um blog simplesmente porque gostava de escrever. Nada contra ganhar dinheiro, mas o texto não poderia ser prejudicado por isso. Um parêntese. À medida em que se aumentaram os números da blogosfera, naturalmente surgiram blogueiros que têm bom conteúdo; então, isto não se estenda a torto e a direito, mas apenas a cerca de 90% dos blogs.</p>
<p class="MsoNormal">Voltando ao assunto, a questão é que os blogs brasileiros só sabem importar os modelos que deram certo lá fora, e pior ainda é que só escolhem um único modelo, o supracitado, o do pára-quedista. Por isso, esses 90% de nossa blogosfera são o seguinte: blogs que ensinam seus leitores a ganhar dinheiro e blogueiros que aplicam essa tática e também tentam ensinar embora nem eles mesmo ainda tenham obtido um bom resultado. Muitos especialistas além-pontobr recomendam, entretanto, que para ganhar dinheiro deve-se fazer um blog que atenda a determinado nicho. Mal temos isto no Brasil, e nem sei se é melhor ou pior.</p>
<p class="MsoNormal">Não obstante a falta de criatividade de nossos blogueiros, é óbvio que atingir esse nicho é tarefa difícil. Também porque os leitores ainda estão acostumados aos blogs pessoais que não pensam muito em ganhar o trocado da cerveja. Deixem-se os pessoais de lado, pois quem os visita decerto é amigo, ou geralmente não tem muito que fazer — apesar de algumas vezes o texto ser bom . Fora os metaprobloggers, há os blogs de informática e tecnologia, mas não passam de espectro de <a href="http://slashdot.org">Slashdot</a>. Blogs tecnológicos, no Brasil, servem apenas para quem não sabe ler em inglês. Tudo o que se fala está escrito na língua oficial do mundo, com muito mais qualidade, além de sempre acontecer antes. Aí, os nossos blogueiros copiam a notícia, ou a traduzem, preferencialmente com keywords que agradem ao Google. Eu até entendo que esses blogs devam existir, mas o problema é que, dentre os principais, são a esmagadora maioria. E o que se esperar de blogs tecnológicos em um país onde a tecnologia é importada? É teoricamente impossível que a primeira notícia de alguma coisa saia de um blog brasileiro.</p>
<p class="MsoNormal">É, sim, compreensível que aqui seja impossível que algum blogueiro traga a última da Apple ou imagens em primeira mão do próximo Windows. Mas não é compreensível que blogueiros jornalistas também não tragam novas notícias e apenas colem do que saiu na Folha ou do Estadão, posto que estão felicíssimos com nossa blogosfera já madura, autônoma e polêmica. Polêmica, de fato, porque a única coisa que souberam fazer foi bater pé quando o Estadão ironizou em uma propaganda um macaco que era blogueiro. Muita gente se sentiu ofendida, mas infelizmente são poucos os que passaram pelo processo de seleção natural do blog, pois de fato ainda passam o dia postando macaquices.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Um outro argumento, e, aliás, talvez o pior, é que o de que pelo menos as pessoas têm lido mais com a Internet e os blogs. Gente, o importante é ler, assim o brasileiro terá uma melhor educação e saberá discernir politicamente. Agora, vemos que chegamos mais ao nosso nicho, blogs que falam de livros, literatura, filosofia etc. As pessoas sentem-se felizes porque o blog tem ensinado o guri a ler e acham melhor do que há dez, trinta anos, porque é melhor ser educado pelo texto do que pela TV (vi um &#8220;escritor&#8221; falando isso).</p>
<p class="MsoNormal">Não, meu caro, por aqui se aprende pouca coisa, no máximo a gostar de literatura contemporânea, da qual só a gente chata não gosta, não gosta porque é careta e só sabe ler os clássicos. Além do mais, esses escritores gostam tanto da letra, mas tanto, que fazendo em letra o que quer que seja, ah, nem importa o que se faz dela. É letra, esse ícone!</p>
<p class="MsoNormal">*</p>
<p class="MsoNormal">Menti: o melhor argumento é o de que se vive uma democracia da informação.</p>
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		<title>O dia em que conheci a Manoela Afonso</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jul 2007 12:04:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Barreto Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem, enfim, conheci a Manu. Nos falamos pela Internet desde 2005, ela sabe algumas cositas de mim, eu dela; já podíamos dizer que éramos amigos, apesar de nunca nos termos visto. Também participei de um vídeo que ela fez e escrevemos aqui no Breviário. Ela mora em Goiânia e passou uns dias aqui em S. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem, enfim, conheci a <a href="http://breviario.org/cumulusnimbus">Manu</a>. Nos falamos pela Internet desde 2005, ela sabe algumas cositas de mim, eu dela; já podíamos dizer que éramos amigos, apesar de nunca nos termos visto. Também participei de um <a href="http://breviario.org/perambulagens/2007/06/17/um-velho-video/">vídeo</a> que ela fez e escrevemos aqui no <a href="http://breviario.org">Breviário</a>.</p>
<p>Ela mora em Goiânia e passou uns dias aqui em S. Paulo (foi-se embora hoje pra Curitiba, sua terra natal). Combinamos em frente ao Banco do Brasil lá da Rua Augusta: cheguei, pensei em me encostar para continuar fumando meu cigarro, mas logo um sotaque sulista me chamou: &#8220;Diego!&#8221;. Olhei e ela vinha, estávamos os dois pontualmente ali, como que ingleses.</p>
<p>Fazia muito frio (quando peguei o ônibus de volta o termômetro marcava 9º) e ela vinha impecavelmente elegante. Pena não termos tirado foto! Tomamos um café com conhaque num daqueles lugares em que se deve enrolar o máximo possível com a única coisa que você comprou e depois fomos a um boteco onde comemos polenta frita e tomamos uma bebida e conversamos mais e mais.</p>
<p>Depois nos despedimos, que pena. Ela foi pra um lado, eu pro outro.  Mas já combinamos: da próxima vez em que ela vier beberemos como se deve beber.</p>
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		<title>Revista Malagueta no ar</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jul 2007 17:28:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Barreto Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiu a nova edição da Revista Malagueta e, como disse a Renata Miloni, sua editora, o Breviário invadiu a revista. Há, deste que vos escreve, três poemas e umas linhas sobre dois textos estéticos de Charles Baudelaire, um conto e uma crônica do Paulo e uma resenha do Rafael. Também publicou lá alguns poemas um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu a nova edição da <a href="http://revistamalagueta.com">Revista Malagueta</a> e, <a href="http://blog.literorragia.com/?p=542">como disse a Renata Miloni</a>, sua editora, o <a href="http://breviario.org/">Breviário</a> invadiu a revista. Há, deste que vos escreve, <a href="http://revistamalagueta.com/poemas/dbi.html">três poemas</a> e umas linhas sobre dois <a href="http://revistamalagueta.com/artigos/dbi.html">textos estéticos de Charles Baudelaire</a>, um <a href="http://revistamalagueta.com/contos/po.html">conto</a> e uma <a href="http://revistamalagueta.com/cronicas/po.html">crônica</a> do <a href="http://breviario.org/calculorenal">Paulo</a> e uma <a href="http://revistamalagueta.com/resenhas/rr.html">resenha</a> do <a href="http://breviario.org/entretantos">Rafael</a>. Também publicou lá <a href="http://revistamalagueta.com/poemas/es.html">alguns poemas</a> um amigo e poeta, o Emmanuel Santiago, que não tem blog para eu linkar. Leiam a revista antes de mim.</p>
<p>Não encontro tempo para nada esses dias. Meu irmão veio de Salvador e só o que faço é ciceroneá-lo. Mas amanhã retomo as atividades cotidianas, enfiim.</p>
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