<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Perambulagens &#187; Arte</title>
	<atom:link href="http://breviario.org/perambulagens/category/arte/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://breviario.org/perambulagens</link>
	<description>perambulagens</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Dec 2010 04:52:33 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>Uma lembrança, de repente</title>
		<link>http://breviario.org/perambulagens/2008/01/20/uma-lembranca-de-repente/</link>
		<comments>http://breviario.org/perambulagens/2008/01/20/uma-lembranca-de-repente/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Jan 2008 05:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Barreto Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://breviario.org/perambulagens/2008/01/20/uma-lembranca-de-repente/</guid>
		<description><![CDATA[Quase três horas da manhã de um domingo que ainda era a persistência de um sábado morno e de arrumação da casa. Eu lia Reparação, de McEwan. A princípio, tentando algum motivo para dormir. Mas a leitura, no entanto, me mantinha atento às nuances do texto, eu de fato o estava lendo com a devida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quase três horas da manhã de um domingo que ainda era a persistência de um sábado morno e de arrumação da casa. Eu lia <em>Reparação</em>, de McEwan. A princípio, tentando algum motivo para dormir. Mas a leitura, no entanto, me mantinha atento às nuances do texto, eu de fato o estava lendo com a devida atenção. No romance, e eu estou em seus primeiros capítulos ainda, há a Briony, menina de treze anos cheia de pretensões literárias. Ela escrevera uma peça, e agora a dirigia. Veio-me à cabeça, de repente, o fato de um escritor, não sei qual, dizer que aos dez anos tinha escrito uma peça. Eu aos dez anos nunca tinha escrito nada, pensei.</p>
<p class="MsoNormal">Mas não é que minha memória involuntária me traz um fato muito curioso! Pois eu, aos dez anos, escrevi uma peça – mas isso estava absolutamente esquecido em algum lugar de minha memória. Foi para as aulas de religião. Lembro que o último capítulo do livro da matéria (na faculdade se diria disciplina ou cadeira) era sobre a campanha da fraternidade, e faríamos algo especial baseado nisso. Salvo engano, o tema era “perdão”. Certamente não lhes interessa, mas no caso de sim: consulte-se qual foi o tema da campanha da fraternidade de 1997.</p>
<p class="MsoNormal">Numa noite, após ter feito o dever de casa e já ter jogado bola (jogar bola era o que eu me lembrava de meus dez anos), sentei-me, peguei duas folhas de papel sulfite e comecei a escrever com uma Bic. Foi tudo razoavelmente fácil: pessoa que passava por dificuldades financeiras reencontra um antigo conhecido que está bem de vida porque virara ladrão; este o inicia no mundo do crime, mas na cena seguinte são presos. Passa alguns minutos na cadeia, e quando sai procura emprego – mas ninguém lhe concede oportunidades, porque ele tinha sido preso. E a peça acabava, feliz, quando alguém lhe tinha dado uma chance de recomeçar. Mas a única coisa que me lembro de dificuldade em escrever era o fato de escolher nomes: familiares, amigos, que nomes dar? Se eu usar este, vão pensar que estou me referindo à pessoa etc. Deve ser por isso que escolhi a poesia.</p>
<p class="MsoNormal">Naturalmente toda a peça é besta, não vem ao caso. Mas é que escrevendo sobre, há também a rememoração. É delicioso e instigante encontrar, em seu passado quando se detestava a literatura, algum elo com você agora, pretensiosamente homem das letras. Como se, por um elo frágil, você se reconhecesse mais em algum lugar distante. Uma surpresa.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://breviario.org/perambulagens/2008/01/20/uma-lembranca-de-repente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Conhecimentos de tecnologia e a poesia</title>
		<link>http://breviario.org/perambulagens/2008/01/05/conhecimentos-de-tecnologia-e-a-poesia/</link>
		<comments>http://breviario.org/perambulagens/2008/01/05/conhecimentos-de-tecnologia-e-a-poesia/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 05 Jan 2008 21:49:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Barreto Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://breviario.org/perambulagens/2008/01/05/conhecimentos-de-tecnologia-e-a-poesia/</guid>
		<description><![CDATA[Não pouca gente diz que eu, enquanto poeta, saio na frente por ter bons conhecimentos de informática e web. E que eu deveria usar meus conhecimentos na poesia. Para a poesia, de certa forma, uso-os. Não especificamente em poesia, sim para os bons textos. Veja-se o Breviário, por exemplo. De certa forma ele foi possível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Não pouca gente diz que eu, enquanto poeta, saio na frente por ter bons conhecimentos de informática e web. E que eu deveria usar meus conhecimentos na poesia. Para a poesia, de certa forma, uso-os. Não especificamente em poesia, sim para os bons textos. Veja-se o Breviário, por exemplo. De certa forma ele foi possível por eu ter conhecimentos, digamos, “avançados” de tecnologia. Mas, oras, não há poesia que precise de tecnologia.</p>
<p class="MsoNormal">Podem os poetas escrever diretamente no computador (o que deve ser difícil, já que não se alcançam as possibilidades do papel), podem poetas entre si se comunicarem via e-mail, e até chat. Tudo isso pode ser uma facilidade ao aspirante de poeta, e mesmo ao poeta formado. Contudo, façam-me o favor, poesia nada tem a ver com tecnologia, à parte essa chula rima.</p>
<p class="MsoNormal">Desculpem se desprezo estes movimentos todos que se utilizam da tecnologia para pretensamente produzir arte. Pode até ser que, um dia, quem sabe? Mas qualquer coisa deste sentido nas próximas décadas está absolutamente fadada ao fracasso, posto que, em menos de cinco anos, <span> </span>uma solução informática pode ser percebida claramente ultrapassada (tecnologicamente limitada).</p>
<p class="MsoNormal">Um instrumento musical é capaz de sons que nem o ouvido humano nem os formatos digitais são capaz de perceber/gravar. Uma câmera digital, para determinadas necessidades, é inviável: porque sua resolução de 10mb pixels inviabiliza que seja impressa a foto em determinado tamanho (tamanho gigantesco, claro) mantendo-se a qualidade.<span>  </span>As pinturas, pobres elas. Sofremos porque não podemos vê-las como merecem ser vistas –<span>  </span>no original, inclusive sem os limites de correntes e faixas amarelas de um museu, devem ser avaliadas de perto. Quem dirá na tela de um computador!, onde tudo é dividido em meros pixels. Meros mesmo, porque muitas vezes o formato em pixel não é suficiente aos próprios profissionais de web.</p>
<p class="MsoNormal">Conservador? Devo sê-lo, afinal prefiro um livro a um pdf; se gostasse tanto de música, um cd (se é que ele é suficiente) a uma mp3 de alta qualidade; uma tela original a uma reprodução em jpeg. O texto, no entanto, ainda pode ser reproduzido em qualquer meio, porque é o mais artificial, o mais “abstrato” dos meios. E o maior inconveniente deve ser mesmo a luz que um monitor emite.</p>
<p class="MsoNormal">A poesia, portanto, ainda que seja a mais fácil das artes de ser transportada, é a que menos aproveitaria os benefícios da tecnologia. Ou diga-se, então, como eu deveria utilizar meus conhecimentos de informática <strong>na poesia</strong>? O máximo, o máximo, pode ser a reflexão que este mundo em seu auge e tão limitado pode me proporcionar. E se eu tiver arte suficiente para fazer isso em verso. O que é outra história.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://breviario.org/perambulagens/2008/01/05/conhecimentos-de-tecnologia-e-a-poesia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estética e moral</title>
		<link>http://breviario.org/perambulagens/2007/08/08/estetica-e-moral/</link>
		<comments>http://breviario.org/perambulagens/2007/08/08/estetica-e-moral/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Aug 2007 22:26:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Barreto Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://breviario.org/perambulagens/2007/08/08/estetica-e-moral/</guid>
		<description><![CDATA[Sinto-me extremamente preguiçoso, por isso não me incumbirei uma resenha sobre os dois excelentes posts do Osrevni, vizinho aqui no Breviário. Alias, não farei nada senão tecer comentários despretensiosos e ébrios sobre as partes I e II do De como a estética explica o mundo (a terceira e, suponho, última ainda não foi publicada), ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sinto-me extremamente preguiçoso, por isso não me incumbirei uma resenha sobre os dois excelentes posts do Osrevni, vizinho aqui no Breviário. Alias, não farei nada senão tecer comentários despretensiosos e ébrios sobre as partes <a href="http://breviario.org/calculorenal/2007/07/15/de-como-a-estetica-explica-o-mundo-parte-i-teologia/">I</a> e <a href="http://breviario.org/calculorenal/2007/07/29/de-como-a-estetica-explica-o-mundo-parte-ii-politica/">II</a> do <em>De como a estética explica o mundo</em> (a terceira e, suponho, última ainda não foi publicada), ou do que me convir. Tanto faz, o que me agrada é refletir estética. E, se você ainda não os leu, recomendo que o faça logo, sem se dar direito a um bocejo; a macunaimice cabe exclusivamente a mim. Alerto que tome cuidado, contudo: se os textos são bem escritos, não é por isso que você se deixará facilmente ser convencido. Pois ele mesmo, ao trazer a questão de a estética possibilitar influência sobre os homens (indiscordável), convoca-nos: &#8220;Ou seja, mesmo que nos sintamos dominados pelo mundo exterior, temos algum papel em sua formação e, por conseguinte, em sua transformação. É algo a se pensar.&#8221; Não quero ficar citando, mas às vezes realmente torna-se necessário; antes citar que parafrasear, posta minha prolixidade: &#8220;[A estética] explica o mundo porque não dá explicações, não desenvolve paradigmas e dogmas, como a ciência e a tecnologia, para ordenar o que já é percebido&#8221;.</p>
<p>Tudo bem que a estética tenha sido usada para as mais diversas finalidades, desde didática, religião (é desta que parte Osrevni), panfletos políticos ou mesmo arte pela arte, que hoje é atacada em massa. Meus caros, não consigo não pensar em Literatura! E, aliás, é esta uma das poucas coisas de que posso falar sem tão grande inocência. Agora, tudo isso me lembra uma indagação feita pelo Sartre, que sem considerável perda pode ser entendida à Estética: “até quando a Literatura é inofensiva?” Na verdade, eu nunca me havia dedicado muito a essa questão, sobretudo a relação da estética que não é unicamente a alta arte com o mundo, que, achemos feio ou belo, <em>deseja</em> estética. Talvez você seja um dândi, ou talvez um desleixado incorrigível, mas o fato é que a estética está inevitavelmente presente em seu cotidiano.</p>
<p>Quando vou à casa de minha avó, por exemplo. Ao contrário de mim, que <em>mofo</em> o dia inteiro no sofá ou lendo um livro ou vendo televisão, ela é hiperativa e não desliga seu radinho de pilha por nada (sim, de pilha; a família já lhe deu um aparelho de som <em>top</em>, mas ela não troca seu ritual por nenhuma tecnologia). Da última vez em que lhe fiz uma visita, reparei como pode que todas as músicas falem de amor (talvez houvesse uma exceção inotável)! Diga-se que minha querida avó escutava a mesma estação que sintonizaria um brasileiro médio: MPB, rock dos anos 80 e 90; enfim, música pop (sim, ela é <em>moderna</em>); não era nada evangélico ou intencionalmente “cafona”.</p>
<p>E por que só se tocam músicas de amor (melhor, <em>“românticas”</em>)? Porque é um sentimento humano do qual todo mundo partilha e talvez o mais explorado em toda a arte que possamos chamar <em>universal</em> (que é a ocidental, claro), alguém afirmaria sem pestanejar. E trata-se de uma estética carregada de significado, como qualquer outra.</p>
<p>Seu valor artístico é sempre inquestionavelmente inexistente, mas o moral não. Minha prima, um outro exemplo, põe a mp3 do Chico Buarque e escuta, canta e com alguma sorte até verte lágrimas. Depois, chega até mim eufórica, reflexiva e sem motivo já brigando: “o Chico é poeta sim, viu! Sabe pesar cada palavra e entende a alma feminina.” Mas não entremos no gosto poético nem na nostalgia de Ditadura de cada um (já viram a ironia mordaz de “Cálice”?). Entre familiares, mesmo o feminismo é perdoável.</p>
<p>Há uma interessante distinção que se faz entre arte e moral: poder e dever, respectivamente. Logo, uma é o oposto da outra. Mas ao mesmo tempo não podem andar separadamente, porque o próprio ato de escrever, se problematizado, torna-se moral. Por que você escreve? Por que você produz música? <em>Devo</em> escrever, <em>devo</em> compor?</p>
<p>Não são raras as pessoas que consomem a estética que lhe agrada moralmente, e nem por isso são tão maus <em>leitores</em>. Essa afeição se deve sobretudo ao conteúdo abordado: um poema de amor, um quadro que traz um panfleto. As pessoas gostam de encontrar a si mesmas no que é estético, ainda que seja o seu lado mais sórdido. E costumam também, através da estética, se convencer do que ela mesma é. Mantendo-se as devidas proporções, tanto no entretenimento quanto na arte idéias são igual e esteticamente compradas (como não dizer que ambas têm uma poderosa força retórica?). Dizem que, no entanto, isso não mais acontece e que a modernidade culta já aceita as <em>opiniões erradas</em>. Imagine então o caso: um excelente escritor, hoje, lança uma obra-prima que carrega consigo um explícito panfleto misógino ou racista. Se alcançasse a mídia, logo causaria grande polêmica e não seriam poucos os que o acusariam com o dedo enristado e diriam que liberdade de expressão tem limite etc.</p>
<p>Agora, já podemos sem dúvida dizer que o questionamento do Sartre é puramente retórico e já traz em si a resposta: a Literatura é perigosamente ofensiva! Assim, naquele momento de guerras, convocavam-se os escritores e leitores a uma Literatura engajada. Pelo que se percebe do Osrevni, o engajamento (Céus, essa palavra é feia e deturpada) é também uma de suas propostas à estética — e, ao que me parece, uma revisão do engajamento de não poucos escritores do último século.</p>
<p>Sua justificativa é bonita e a mim estimulante, não posso negar: “De tal maneira que, quando compreendemos o quanto todos esses conceitos, que aplicamos ao mundo que nos cerca, se resumem em manifestações de nossa própria capacidade de abstração e representação, podemos estimar, igualmente, o quanto nosso contexto depende da postura que tomamos em relação a ele”. Todavia, não me consigo desvencilhar de meu caráter brasileiro, sou preguiçoso inclusive para a política. De certa forma, sou semelhante a minha avó e prima: o que buscamos é uma moral, apesar de a minha ser sobretudo a de que a arte <em>deve</em> ser arte, pouco importando o que se defende, questiona etc.</p>
<p>Diz Orwell que, em determinados momentos da História, os escritores são levados a virar as costas ao engajamento político, vivendo em uma espécie de niilismo. É engraçado como Adorno via com certa empolgação os esteticismos, porque, segundo ele, na verdade o silêncio político não demonstraria indiferença ou apatia, e sim uma crítica negativa em que o calar torna-se um verdadeiro brado. Ele não me parece em absoluto errado, mas, sobretudo em nossos dias, não se pode ignorar o estrangeirismo que se apossa do indivíduo e o faz apático. O que torna, portanto, inviável que haja muito interesse no extra-artístico, extra-estético. A não ser que se assuma a responsabilidade de uma realidade melhor; mas eu enquanto poeta prefiro apenas sofrer a política, como Camus aconselhara a nosso grande poeta Gerardo Mello Mourão.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://breviario.org/perambulagens/2007/08/08/estetica-e-moral/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um velho vídeo</title>
		<link>http://breviario.org/perambulagens/2007/06/17/um-velho-video/</link>
		<comments>http://breviario.org/perambulagens/2007/06/17/um-velho-video/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 17 Jun 2007 03:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Barreto Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://breviario.org/perambulagens/2007/06/17/um-velho-video/</guid>
		<description><![CDATA[Hoje, por acaso, reencontrei um velho vídeo da Manoela Afonso do qual participei com voz e seleção/recorte dos poemas. Chama-se &#8220;Tudo bem&#8221;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, por acaso, reencontrei um velho vídeo da <a href="http://breviario.org/cumulusnimbus">Manoela Afonso</a> do qual participei com voz e seleção/recorte dos poemas. Chama-se &#8220;Tudo bem&#8221;.</p>
<p><!--VIDEOBLOGGERSEARCHMETA   VIDEOBLOGGERSEARCHMETA--></p>
<p><!-- start insertion by YouTube Brackets, robertbuzink.nl --><span class="youtube"><object width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/AZZNIzpDyKQ"> <param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/AZZNIzpDyKQ" /><param name="wmode" value="transparent" /></object></span><!-- end Youtube Brackets insertion --></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://breviario.org/perambulagens/2007/06/17/um-velho-video/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

