Duas belas frases

Postado em September 27, 2007
Categoria Estética |

O professor de história do cursinho, um robocop gay ateu e comunista. E ironicíssimo. Reclamou a Luís XIV a virtude da modéstia, devido à frase “Eu sou o estado”, com o tom de quem o acusa de antidemocrático (oh!). Mas, caros, esta é a hora em que se deixam de lado os ideais. O que é mais belo que um homem ser o próprio Estado de um povo, ser sua felicidade e sua glória?

*

Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã, deu uma palestra em Harvard, se não me falha a memória. Por uns foi recebido bem, mas outros faltaram lhe mostrar o bumbum em protesto. Foi perguntado por um estudante se é verdade que no Irã matam-se os homossexuais. “No Irã não há homossexuais”, ele responde.

Comentários

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5 Comentários »

2007-09-27 19:09:26

“O Estado sou eu” - que indivíduo conseguiria dizer isso hoje e não dar risada de si mesmo? Admirável.

“No Irã não há homossexuais” - nem na Rua Augusta, Mahmoud.

2007-09-27 22:13:25

Mas, Vinícius, não confundas alhos com bugalhos. A frase de Luís XVI só tem valor numa monarquia. Não cabe na boca de qualquer um, não vale pra alguém que use terno e gravata. Tem de estar vestido a toda pompa.

E a de Mahmoud tem valor pela pergunta feita e pela religião de seu país. Dá-lhe retórica.

 
 
2007-09-28 09:31:45

A existência da frase é bem controversa. Até porque, no seu leito de morte, Louis Dieudonné afirmou para seus ministros: “eu morro, mas o Estado fica”. Não por muito tempo, é claro. O netinho dele foi guilhotinado e o Estado mudou completamente…

2007-09-28 10:40:39

Nesse caso é mais importante a lembrança do que a posteridade.

 
 
2007-10-05 20:13:02

Diego, conta essa história de Direito direito. Bjo, estou aquecendo para um post.

 
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