Duas belas frases

O professor de história do cursinho, um robocop gay ateu e comunista. E ironicíssimo. Reclamou a Luís XIV a virtude da modéstia, devido à frase “Eu sou o estado”, com o tom de quem o acusa de antidemocrático (oh!). Mas, caros, esta é a hora em que se deixam de lado os ideais. O que […]

A tal da ‘blitz cultural’

Alguém aí sofreu os mesmos danos morais que eu? É assim: você, após um dia do martírio de ter de trabalhar, pega seu ônibus pensando que agora tudo acabou, que logo estará em casa e assistirá ao jogo. Mas eis que, nesse ônibus, há um sujeito que você evita olhar: veste um casaco batido, usa […]

A rosa doente (William Blake)

Já postei aqui a primeira versão de minha tradução de “The sick rose”, um dos mais comentados poemas de Blake. Levei cerca de três meses, desde que redescobri o poema até o dia em que consertei o último detalhe. Naturalmente ocorreu de depois ora trocar uma solução, ora resgatá-la. Mas a versão final, esta, […]

Felicidade

Não há nada mais triste que uma pessoa que não consiga evitar a inabalável felicidade. Um dia eu acordei me sentindo muito contente, fui à faculdade e todas as pessoas estavam invariavelmente felizes, eram risos descendo e subindo as escadas, risos discutindo literatura ou revoluções, risos rindo dos risos — oh, quanta alegria! E não […]

Ainda são perambulagens

Julguei por bem continuar com este blog. Já havia algum tempo, preparava uma despedida cujo título seria “Não são mais perambulagens”. Por eu estar muito aborrecido com o nome deste blog e outras coisinhas mais que ele viesse a significar. Ele, que me acompanha já há quase dois anos, começou no Blogger, teve seu próprio […]