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	<title>Comments on: Não me fale de Ingmar Bergman</title>
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	<description>perambulagens</description>
	<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 09:02:38 +0000</pubDate>
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		<title>By: Renan Nuernberger</title>
		<link>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/31/nao-me-fale-de-ingmar-bergman/#comment-139</link>
		<dc:creator>Renan Nuernberger</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Aug 2007 22:44:01 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/31/nao-me-fale-de-ingmar-bergman/#comment-139</guid>
		<description>Não me fale de Antônio Carlos Magalhães (rs).

Você tem razão, caro Diego. Alguns blogs só reiteram um pensamento médio sobre tudo. No caso do Bergman uma postagem boba soa quase agressiva…

obs: vou ler o post do Osrevni inteiro! Abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não me fale de Antônio Carlos Magalhães (rs).</p>
<p>Você tem razão, caro Diego. Alguns blogs só reiteram um pensamento médio sobre tudo. No caso do Bergman uma postagem boba soa quase agressiva…</p>
<p>obs: vou ler o post do Osrevni inteiro! Abraço.</p>
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		<title>By: Alessandro Martins</title>
		<link>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/31/nao-me-fale-de-ingmar-bergman/#comment-138</link>
		<dc:creator>Alessandro Martins</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Aug 2007 11:38:05 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, meu caro Diego... desculpe fazer uma pergunta fora do assunto, mas que plugin de comentários vocês usam para permitir esse sistema de respostas individuais? Gostei muito! Abraços!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, meu caro Diego&#8230; desculpe fazer uma pergunta fora do assunto, mas que plugin de comentários vocês usam para permitir esse sistema de respostas individuais? Gostei muito! Abraços!</p>
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		<title>By: Edson Junior</title>
		<link>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/31/nao-me-fale-de-ingmar-bergman/#comment-137</link>
		<dc:creator>Edson Junior</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Aug 2007 11:31:14 +0000</pubDate>
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		<description>Essa coisa toda me incomoda igualmente, Diego. Detesto efemérides.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa coisa toda me incomoda igualmente, Diego. Detesto efemérides.</p>
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		<title>By: Rômulo</title>
		<link>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/31/nao-me-fale-de-ingmar-bergman/#comment-136</link>
		<dc:creator>Rômulo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 17:45:30 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/31/nao-me-fale-de-ingmar-bergman/#comment-136</guid>
		<description>Quando ouvi, fiquei muito surpreso, passei duas horas lendo os obituários, e esqueci. Hoje, porém, uma tristeza e uma devastação enormes vêm tomando lentamente conta de mim. É como se o mundo tivesse uns poucos heróis e de repente um deles caísse. Nos últimos dois meses (de greve, férias e vagabundagem) assisti Bergman semanalmente. Era um escape magnífico. Arte serve para tudo. Bergman, ao mesmo tempo que te conforta - ao te seqüestrar nas imagens, no ritmo, na atmosfera - te torna mais afiado, quando ele te devolve; mais apto a combater na realidade. Mais humano, também. Um humanismo rigoroso. Ele te dá a certeza de não ser solitário na existência. Há sempre aquele velhinho em Fårö, na sua célebre choupana, amaldiçoando o imposto de renda, com medo da morte, ciúmes da Harriet Andersson, pensando em Deus, no rancor contra o pai, incomunicável, comunicável, debatendo-se de grandeza, pequeneza, metafísica. Bergman era tanto para mim, como pode morrer um homem desses?

Bem, perdão por ter falado dele. É fato que essas notícias recorrentes enchem o saco. Espero ao menos que a atenção sirva para que as pessoas assistam seus filmes (e não somente o Sétimo Selo), coisa que fazem pouquíssimo, por mais que o comentem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando ouvi, fiquei muito surpreso, passei duas horas lendo os obituários, e esqueci. Hoje, porém, uma tristeza e uma devastação enormes vêm tomando lentamente conta de mim. É como se o mundo tivesse uns poucos heróis e de repente um deles caísse. Nos últimos dois meses (de greve, férias e vagabundagem) assisti Bergman semanalmente. Era um escape magnífico. Arte serve para tudo. Bergman, ao mesmo tempo que te conforta - ao te seqüestrar nas imagens, no ritmo, na atmosfera - te torna mais afiado, quando ele te devolve; mais apto a combater na realidade. Mais humano, também. Um humanismo rigoroso. Ele te dá a certeza de não ser solitário na existência. Há sempre aquele velhinho em Fårö, na sua célebre choupana, amaldiçoando o imposto de renda, com medo da morte, ciúmes da Harriet Andersson, pensando em Deus, no rancor contra o pai, incomunicável, comunicável, debatendo-se de grandeza, pequeneza, metafísica. Bergman era tanto para mim, como pode morrer um homem desses?</p>
<p>Bem, perdão por ter falado dele. É fato que essas notícias recorrentes enchem o saco. Espero ao menos que a atenção sirva para que as pessoas assistam seus filmes (e não somente o Sétimo Selo), coisa que fazem pouquíssimo, por mais que o comentem.</p>
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