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	<title>Comments on: Recado</title>
	<link>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/20/recado/</link>
	<description>perambulagens</description>
	<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 00:51:32 +0000</pubDate>
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		<title>By: Rômulo</title>
		<link>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/20/recado/#comment-130</link>
		<dc:creator>Rômulo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jul 2007 00:52:22 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/20/recado/#comment-130</guid>
		<description>Ah sim, e um P.S.: se você acha que esse amor romântico é grande, experimente ter um filho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah sim, e um P.S.: se você acha que esse amor romântico é grande, experimente ter um filho.</p>
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		<title>By: Rômulo</title>
		<link>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/20/recado/#comment-129</link>
		<dc:creator>Rômulo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jul 2007 23:28:04 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/20/recado/#comment-129</guid>
		<description>Bem, não sei. Digo com propriedade que nunca vivencei a variedade utópica de amor que você descreveu, e creio que quaisquer quedas que tive nunca aconteceram das alturas aludidas - certamente o dano posterior aponta para tanto. Embora minha razão nem sempre aja no momento ideal, sempre surge num momento fortuito, e o passado revela que foi capaz de evitar ou amortecer o prejuízo em todas as instâncias que necessitei dela. Eu não disse no meu comentário que o homem é sempre o Capitão Razão, veja bem, e que desconhece o sentimento, como você fez parecer; minha 'teoria' não exclui a possibilidade de níveis nem de exceções. Disse que a forma de amor citada por você é mais freqüente nas mulheres que nos homens, e discordo que sua experiência seja uma verdade irrefutável da vida. Se for, discordo de qualquer forma que sua presença impossibilite a rejeição. E lembre-se que meu comentário foi todo pensado com base na situação absurda que eu propus alguns comentários antes, "você rejeitaria o homem amado sabendo que o caro matou sua mãe?" (acho que vou mandar isso pra Contigo). Leia-o sob essa perspectiva. Acredito que a possibilidade seria maior de que os homens, devidamente adaptada a pergunta, dizessem não, e agissem conformemente; as mulheres diriam não e agiriam contraditoriamente. É como me leva a crer a observação. Enfim, coisas, e toda essa conversa sobre amor e impropérios me provoca náusea; tais assuntos, a não ser que devidamente vestidos com umas casacas grossas de cinismo, mui bem humorado, desses que secam, deveriam ser proibidos de circular em território tão aberto, e trancafiados nas salas úmidas das quais surgiram, e às quais pertencem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, não sei. Digo com propriedade que nunca vivencei a variedade utópica de amor que você descreveu, e creio que quaisquer quedas que tive nunca aconteceram das alturas aludidas - certamente o dano posterior aponta para tanto. Embora minha razão nem sempre aja no momento ideal, sempre surge num momento fortuito, e o passado revela que foi capaz de evitar ou amortecer o prejuízo em todas as instâncias que necessitei dela. Eu não disse no meu comentário que o homem é sempre o Capitão Razão, veja bem, e que desconhece o sentimento, como você fez parecer; minha &#8216;teoria&#8217; não exclui a possibilidade de níveis nem de exceções. Disse que a forma de amor citada por você é mais freqüente nas mulheres que nos homens, e discordo que sua experiência seja uma verdade irrefutável da vida. Se for, discordo de qualquer forma que sua presença impossibilite a rejeição. E lembre-se que meu comentário foi todo pensado com base na situação absurda que eu propus alguns comentários antes, &#8220;você rejeitaria o homem amado sabendo que o caro matou sua mãe?&#8221; (acho que vou mandar isso pra Contigo). Leia-o sob essa perspectiva. Acredito que a possibilidade seria maior de que os homens, devidamente adaptada a pergunta, dizessem não, e agissem conformemente; as mulheres diriam não e agiriam contraditoriamente. É como me leva a crer a observação. Enfim, coisas, e toda essa conversa sobre amor e impropérios me provoca náusea; tais assuntos, a não ser que devidamente vestidos com umas casacas grossas de cinismo, mui bem humorado, desses que secam, deveriam ser proibidos de circular em território tão aberto, e trancafiados nas salas úmidas das quais surgiram, e às quais pertencem.</p>
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	<item>
		<title>By: Vinícius</title>
		<link>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/20/recado/#comment-128</link>
		<dc:creator>Vinícius</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jul 2007 22:37:52 +0000</pubDate>
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		<description>Mas é sempre tão melhor não passar por nada! Quem dera, Eva!, não tivesses feito a verdadeira cagada universal de ouvir a cobra!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas é sempre tão melhor não passar por nada! Quem dera, Eva!, não tivesses feito a verdadeira cagada universal de ouvir a cobra!</p>
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		<title>By: Lorena</title>
		<link>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/20/recado/#comment-127</link>
		<dc:creator>Lorena</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jul 2007 20:42:44 +0000</pubDate>
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		<description>P.S.: NUNCA diga "dessa água não beberei"</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>P.S.: NUNCA diga &#8220;dessa água não beberei&#8221;</p>
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		<title>By: Lorena</title>
		<link>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/20/recado/#comment-126</link>
		<dc:creator>Lorena</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jul 2007 20:16:14 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/20/recado/#comment-126</guid>
		<description>Well, well, well, Rominho, sua teoria é toda muito ajeitadinha, diria mesmo que ajeitadinha demais. Para mim, os gêneros são, de fato, duais e diversos entre si, em quase todos os aspectos - menos no amor. Porque o amor fode com a inteligência e capacidade de raciocínio lógico de qualquer ser humano - o amor de verdade, enraizado, que eu conheço de perto mas não saberia definir.

Proust era bicha, mas isso invalida suas considerações acerca da questão amorosa? Eu acho qe não. Swann era um intelectual de espírito elevado (não era um otário qualquer, digamos assim), e no entanto transformou-se no cachorrinho de uma "coquete" (adoro essa palavra), desceu ao mais baixo patamar da humilhação por amor, contradisse ao absurdo seu histórico de homem sóbrio que sabia como poucos lidar com o amor, os prazeres, a paixão - o que seja! - em função de seus interesses gerais que sempre vieram antes dos supracitados prazeres passionais... até enamorar-se de Odette.
Em suma, é o exemplo por excelência do homem que, segundo a teoria do Rômulo, saberia o momento de parar, de dizer não, de recusar o objeto amado quando este se contrapõe aos interesses de sua vida prática; no entanto...

Esse tipo de coisa não acontece só na literatura. Eu já vi os homem mais sóbrios virarem manteiga diante de alguma mulher (normalmente, esses, os sóbrios, como o próprio Rômulo - não tome isso como uma crítica pessoal, é apenas uma constatação - caem pelas Filhas da Puta, e caem de uma altura mais alta que a média, pelo próprio contraste de sua condição racional com a outra sem nome a que leva o amor). É uma das verdades irrefutáveis da vida. E é também uma experiência das mais interessantes, não digo que recomendo porque nem precisa, é apenas questão de tempo para que aquele que jamais vivenciou-a vivencie-a, seja homem, mulher, bicha, lésbica, traveco, whatever.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Well, well, well, Rominho, sua teoria é toda muito ajeitadinha, diria mesmo que ajeitadinha demais. Para mim, os gêneros são, de fato, duais e diversos entre si, em quase todos os aspectos - menos no amor. Porque o amor fode com a inteligência e capacidade de raciocínio lógico de qualquer ser humano - o amor de verdade, enraizado, que eu conheço de perto mas não saberia definir.</p>
<p>Proust era bicha, mas isso invalida suas considerações acerca da questão amorosa? Eu acho qe não. Swann era um intelectual de espírito elevado (não era um otário qualquer, digamos assim), e no entanto transformou-se no cachorrinho de uma &#8220;coquete&#8221; (adoro essa palavra), desceu ao mais baixo patamar da humilhação por amor, contradisse ao absurdo seu histórico de homem sóbrio que sabia como poucos lidar com o amor, os prazeres, a paixão - o que seja! - em função de seus interesses gerais que sempre vieram antes dos supracitados prazeres passionais&#8230; até enamorar-se de Odette.<br />
Em suma, é o exemplo por excelência do homem que, segundo a teoria do Rômulo, saberia o momento de parar, de dizer não, de recusar o objeto amado quando este se contrapõe aos interesses de sua vida prática; no entanto&#8230;</p>
<p>Esse tipo de coisa não acontece só na literatura. Eu já vi os homem mais sóbrios virarem manteiga diante de alguma mulher (normalmente, esses, os sóbrios, como o próprio Rômulo - não tome isso como uma crítica pessoal, é apenas uma constatação - caem pelas Filhas da Puta, e caem de uma altura mais alta que a média, pelo próprio contraste de sua condição racional com a outra sem nome a que leva o amor). É uma das verdades irrefutáveis da vida. E é também uma experiência das mais interessantes, não digo que recomendo porque nem precisa, é apenas questão de tempo para que aquele que jamais vivenciou-a vivencie-a, seja homem, mulher, bicha, lésbica, traveco, whatever.</p>
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		<title>By: myriam kazue</title>
		<link>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/20/recado/#comment-114</link>
		<dc:creator>myriam kazue</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2007 17:39:36 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/20/recado/#comment-114</guid>
		<description>Digo que essas coisas nao se podem prever. 
O amor - na verdade a paixao, que quase sempre e a sua primeira manifestaçao - quando invade nossas vidas, derruba qualquer previsibilidade. 

Pode ser tambem que eu esteja lendo Dostoievski em demasia, sei la.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Digo que essas coisas nao se podem prever.<br />
O amor - na verdade a paixao, que quase sempre e a sua primeira manifestaçao - quando invade nossas vidas, derruba qualquer previsibilidade. </p>
<p>Pode ser tambem que eu esteja lendo Dostoievski em demasia, sei la.</p>
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		<title>By: Edson Junior</title>
		<link>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/20/recado/#comment-113</link>
		<dc:creator>Edson Junior</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2007 15:29:53 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/20/recado/#comment-113</guid>
		<description>Digo que sim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Digo que sim.</p>
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	<item>
		<title>By: Rômulo</title>
		<link>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/20/recado/#comment-112</link>
		<dc:creator>Rômulo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2007 14:41:04 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/20/recado/#comment-112</guid>
		<description>Capacidade de aprendizagem não depende de gênero. Já a questão do amor, depende. 

O homem é mais intelectual que emocional, e a mulher mais emocional que intelectual; estou errado? A mulher, por mais intelectualizada que seja, às vezes é incapaz de submeter suas emoções às decisões que tomou por meio da lógica. Ela pode esquematizar sua vida, fazer planos, pensar tudo da maneira mais correta possível, e na outra semana fugir para a França com seu jardineiro mexicano, González, por que ela &lt;i&gt;sentiu&lt;/i&gt; que isso era a coisa certa a ser feita, e nada mais importa.

O homem, por mais emocional que seja, consegue deter o desejo mais forte graças a alguma aritmética mental previamente estabelecida. Pode querer dar um tapa na ex-esposa maldita que fugiu para a Europa com aquele bigodudo nojento, mas sabe que isso piorará sua situação no divórcio. Ela bem que merecia, mas paciência.

Naturalmente há gradações, em ambos os lados, e naturalmente há exceções completas - mas no geral é assim. O Proust era bicha, a Beauvoir era lésbica. Comumente os homens não compreendem "o cerne da questão amorosa", ou só fingem compreender, e comumente as mulheres são "verdadeiras Filhas da Puta", ou talvez apenas não inteiramente sensatas. Como fugir dessas coisas de gênero? Claro que há vantagens e desvantagens tanto para o lado emocional como para o intelectual. Mas acho que é dessa dualidade que o conflito surge.

Eu rejeitaria a mulher que matou minha mãe, perdão. Por mais grossa que fosse a redoma que meu amor criou em volta dela. Estaria certo em me adequar à moral? Estaria errado em trair minhas emoções? Não sei: não importa. Seria assim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Capacidade de aprendizagem não depende de gênero. Já a questão do amor, depende. </p>
<p>O homem é mais intelectual que emocional, e a mulher mais emocional que intelectual; estou errado? A mulher, por mais intelectualizada que seja, às vezes é incapaz de submeter suas emoções às decisões que tomou por meio da lógica. Ela pode esquematizar sua vida, fazer planos, pensar tudo da maneira mais correta possível, e na outra semana fugir para a França com seu jardineiro mexicano, González, por que ela <i>sentiu</i> que isso era a coisa certa a ser feita, e nada mais importa.</p>
<p>O homem, por mais emocional que seja, consegue deter o desejo mais forte graças a alguma aritmética mental previamente estabelecida. Pode querer dar um tapa na ex-esposa maldita que fugiu para a Europa com aquele bigodudo nojento, mas sabe que isso piorará sua situação no divórcio. Ela bem que merecia, mas paciência.</p>
<p>Naturalmente há gradações, em ambos os lados, e naturalmente há exceções completas - mas no geral é assim. O Proust era bicha, a Beauvoir era lésbica. Comumente os homens não compreendem &#8220;o cerne da questão amorosa&#8221;, ou só fingem compreender, e comumente as mulheres são &#8220;verdadeiras Filhas da Puta&#8221;, ou talvez apenas não inteiramente sensatas. Como fugir dessas coisas de gênero? Claro que há vantagens e desvantagens tanto para o lado emocional como para o intelectual. Mas acho que é dessa dualidade que o conflito surge.</p>
<p>Eu rejeitaria a mulher que matou minha mãe, perdão. Por mais grossa que fosse a redoma que meu amor criou em volta dela. Estaria certo em me adequar à moral? Estaria errado em trair minhas emoções? Não sei: não importa. Seria assim.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Vinícius</title>
		<link>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/20/recado/#comment-111</link>
		<dc:creator>Vinícius</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jul 2007 21:37:12 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/20/recado/#comment-111</guid>
		<description>Ou talvez o tipo humano que não aprendem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ou talvez o tipo humano que não aprendem.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Lorena</title>
		<link>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/20/recado/#comment-110</link>
		<dc:creator>Lorena</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jul 2007 20:18:09 +0000</pubDate>
		<guid>http://breviario.org/perambulagens/2007/07/20/recado/#comment-110</guid>
		<description>Vinícius: não entendeu minha colocação.

Rômulo: entendeu, contudo não compreende o cerne da condição amorosa, a qual, qual prisão, vício, demência, encarrega-se de isolar o ser amado numa redoma à prova de ultrajes físicos, estéticos, morais, ou seja, ele será sempre um Deus, e você pode inclusive odiá-lo, sentir nojo dele, mas amando sempre, querendo-o sempre, contra sua própria vontade, sua inteligência e os conselhos de seus amigos. Vide "um amor de Swann".

Myriam: eles só entenderão quandro cruzar seus caminhos uma verdadeira Filha da Puta. Os homens são o tipo humano que só aprende tomando.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vinícius: não entendeu minha colocação.</p>
<p>Rômulo: entendeu, contudo não compreende o cerne da condição amorosa, a qual, qual prisão, vício, demência, encarrega-se de isolar o ser amado numa redoma à prova de ultrajes físicos, estéticos, morais, ou seja, ele será sempre um Deus, e você pode inclusive odiá-lo, sentir nojo dele, mas amando sempre, querendo-o sempre, contra sua própria vontade, sua inteligência e os conselhos de seus amigos. Vide &#8220;um amor de Swann&#8221;.</p>
<p>Myriam: eles só entenderão quandro cruzar seus caminhos uma verdadeira Filha da Puta. Os homens são o tipo humano que só aprende tomando.</p>
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