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	<title>Ludâmbula &#187; Livros</title>
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		<title>Dia da Criança &#8220;Kipling, O Elefante Infante&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 14:06:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Cândida Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[O presente mais bonito de um livro, hoje, presente pelo Dia da Criança, é o livro de Kipling, Prêmio Nobel 1907, &#8220;O Elefante Infante&#8221;, tradução de Adriano Messias, ilustrações de Fernando Vilela, projeto gráfico de Raquel Matsushita e Marina Mattos, posfácio de Diego Barreto Ivo, edição da Musa Editora. Uma história bem contada, com palavras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presente mais bonito de um livro, hoje, presente pelo Dia da Criança, é o livro de Kipling, Prêmio Nobel 1907, &#8220;O Elefante Infante&#8221;, tradução de Adriano Messias, ilustrações de Fernando Vilela, projeto gráfico de Raquel Matsushita e Marina Mattos, posfácio de Diego Barreto Ivo, edição da Musa Editora. Uma história bem contada, com palavras claras, que nos mostra o que é compor artisticamente uma narrativa interessante não só pelo seu tema, mas pelo estilo único e modo inédito em todos os tempos.</p>
<p>Os leitores podem ver o livro no site da Livraria Cultura, da Livraria da Travessa, da Livraria Saraiva, Livraria da Vila, Nesta, até já acabou o estoque, mas que os pais que querem algo além do óbvio para dar aos seus filhos neste Dia da Criança, no Natal, em todos os dias que são mesmo dias de oferecer bons livros aos filhos, insistam: peçam mais à Editora, compradores da Vila.</p>
<p>Quem quiser saber sobre esta obra-prima para crianças, em edição trilíngüe, inglês-francês-português, consultem o hot site criado pelo Diego: No Natal, livros de presente para crianças.</p>
<p>Crianças pequenas e grandes se deliciam com a história, contada por um Prêmio Nobel para sua filha Josephine e para todas as crianças do mundo, em todos os tempos e lugares. Pais, mães e professores o que estão esperando para começar a er para seus filhos &#8220;O Elefante Infante&#8221;? Nessa edição da Musa eles poderão colorir, ao final, desenhos feitos pelo próprio Kipling. Fenando Vilela ilustrou, mas incorporamos ao projeto as ilustrações centenárias do grande escritor anglo-indiano.</p>
<p>Vá a uma boa livraria e deguste o &#8220;Elefante Infante&#8221; em três línguas. O projeto gráfico da Raquel é sutil, não grita nas estantes. Vale a pena descobrir o interior do livro, texto com palavra artística em absoluta simplicidade (não simploriedade) e ilustrações primorosas e divertidas. Quem disse que a literatura não pode trazer alegria?</p>
<p>Dia de Nossa Senhora Aparecida, Dia da Criança.  Dia de descobrir bons livros. Não basta ler, temos de ler bons livros.</p>
<p>Que ela seja padroeira dos bons livros. Visitando Tiradentes, a igreja barroca, vi pela primeira vez a imagem de uma Santana Mestra com um livro no joelho ensinando Nossa Senhora menina (soube mais tarde que há imagens barrocas de Santana Mestra em outros templos mineiros). Fiquei fascinada, não conhecia tamanha homenagem ao livro. Por isso, hoje, reverencio Nossa Senhora Aparecida, não somente como padroeira do Brasil, mas a elejo padroeira dos bons livros. Uma obrigação dos pais, principalmente os pais desinformados das cidades do interior (fiz feiras em cidades pequenas e médias e sei do que estou falando, nem sempre a ascensão econômica é acompanhada pela ascensão cultural e percebi também um retrocesso de amor ao livro em novas gerações da classe média antes letrada): dar bons livros aos seus filhos. Dar leitura, textos literários. Um menino de 5 anos me recontou a história de &#8220;O Elefante Infante&#8221;, lida para ele, pela tia. Sem que eu pedisse. Ele se chama Mateus.</p>
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		<title>&#8220;Devoradores&#8221;, Primeiro Lugar e a carta a Astolfo Araújo da roteirista de &#8220;Tainá&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 20:52:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Cândida Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[ Breviário está com tudo e também o Primeiro Lugar, com &#8220;Devoradores&#8221;, de Astolfo Araújo, no Google. Ao receber um comentário da roteirista de &#8220;Tainá&#8221;, Astolfo me telefonou e recomendou colocar a bela mensagem no blog. Realmente a carta de Cláudia Levay é uma celebração do livro, a cada dia sendo descoberto por mais leitores, aqueles mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="Arial"> Breviário está com tudo e também o Primeiro Lugar, com &#8220;Devoradores&#8221;, de Astolfo Araújo, no Google. Ao receber um comentário da roteirista de &#8220;Tainá&#8221;, Astolfo me telefonou e recomendou colocar a bela mensagem no blog. Realmente a carta de Cláudia Levay é uma celebração do livro, a cada dia sendo descoberto por mais leitores, aqueles mais qualificados. Temos de nos orgulhar (orgulho positivo que é verdade pura) de &#8220;Devoradores&#8221;, do breviário.org, do Primeiro Lugar e do hotsite criado pelo Diego Barreto Ivo. Leiam a carta (abaixo) de Claudia Levay a Astolfo Araújo:</font></p>
<p><font size="2" face="Arial">Oi Ana</font></p>
<p><font size="2" face="Arial">Me escreveu Cláudia Levay. Roterista de cinema e TV. </font></p>
<p><font size="2" face="Arial">Se você achar legal, use-a no seu blog.</font></p>
<p><font size="2" face="Arial">Astolfo</font></p>
<p><font size="2" face="Times New Roman">&#8220;Caro Astolfo!</font></p>
<p><font size="2" face="Times New Roman">Desculpe a demora  em responder.  Estive às voltas com infernos astrais, próprios dessa área de cinema e TV, mas as coisas vão se resolvendo. </font></p>
<p><font size="2" face="Times New Roman">Gostei muito, muito,  dos Devoradores. </font></p>
<p><font face="Times New Roman"><font size="2">A história prende, e surpreende. Aquele final revelação de Qualquer, muito bem sacado. Numa segunda leitura, percebemos muitas pistas sutis, coisa de boa literatura. Também gostei bastante das personagens de Cássia e Kiss e suas reviravoltas psicológicas.  Quanto à narrativa , Devoradores é um prato cheio. Os comentaristas tiveram toda razão em colocá-lo ao lado de Hemingway e Steinbeck. Sua maneira original e rica  de lidar com as palavras tempera a leitura, dá vontade de ler mais e mais.Tem estilo. Sua obra é o artesanato da palavra.  </font></font></p>
<p><font size="2" face="Times New Roman">Espero que lance um segundo banquete logo.</font></p>
<p><font size="2" face="Times New Roman">E que nos reencontremos em breve. </font></p>
<p><font size="2" face="Times New Roman">Cláudia Levay&#8221;</font></p>
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		<title>Devoradores, por que &#8220;livro para iniciados&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2008 14:29:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Cândida Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos leitores deparam-se com dificuldades técnicas para enviar seus comentários diretamente aos blogs, não falo somente deste breviario.org, onde mandar comentários não é difícil, mas do meu blog Ana Candocha Opinião Própria (anacandidacosta.blogspot.com). Seja por que meio for, e-mails, fax, etc., o que importa é recebê-los. A leitora Luiza Freixinho enviou para Astolfo Araújo um comentário muito pertinente, acertando o alvo dizendo que <em>Devoradores é</em><strong> um livro para iniciados. </strong>Por quê? Ora, para iniciados porque é um livro mais fácil de ser compreendido por aqueles que viveram a contracultura, a resistência política contra as ditaduras, os idos de 1964, 1968, 1970, 1980 tudo o que mudou o mundo para melhor e foi retomado para pior. Hoje o <em>Estadão, </em>em matéria de capa do Caderno 2, noticia que a banda <em>Justice </em>foi proibida de exibir seu clip, dirigido por Romain Gavras, por ser uma exaltação da violência. Pelo que se entende,<em> Justice,</em> como uma<em> Laranja Mecânica</em> do século XXI, retrata a violência dos jovens imigrantes nos países desenvolvidos num desafio predatório às sociedades que acolheram suas famílias. Não tão simples assim. Devemos abominar qualquer ato de violência (o espetáculo físico da violência é totalmente cruento), mas muito além da crueldade que gera todas as crueldades está o <em>modus operandi</em> dos bancos, o sistema financeiro que rouba o direito de pagar das pessoas, que fecha fábricas e empresas, desaloja as pessoas das casas numa espécie de ditadura econômica cada vez mais potencializada, que gera um desemprego endêmico entre a juventude do planeta. Quer violência maior (indecência mesmo, porque ato farisaico) que este anunciado leilão de imóveis da Caixa, com anúncios na TV, malas diretas milionárias enviadas para todos os lares (eu recebi um lindo envelope envolto em celofane), quando sabemos que muitos desses imóveis foram retomados de forma vil, impedindo seus ocupantes de pagar, porque as condições oferecidas são inviáveis e os juros infláveis, mesmo que a inflação esteja baixa? E a propaganda enganosa de que as prestações são decrescentes, mas eles sobem os seguros. São todos devoradores. O que precisamos hoje é de democracia econômica. Lutar contra a tortura econômica dessa macoeconomia perversa que traz regressão aos direitos constitucionais dos cidadãos. Mas eis, abaixo, o  comentário de Luiza Freixinho, para o livro <em>Devoradores,</em> romance político policial do cineasta Astolfo Araújo, &#8220;um livro para iniciados&#8221; na história da contracultura, nas revoluções políticas e revoluções de costumes perpetradas pela juventude universal, tendo 1968 como ano símbolo: </p>
<p><strong><em>O que mais me impressiona no seu brilhante trabalho é a narrativa.<br />
Não é um livro digestivo.<br />
É para iniciados.<br />
E por incrível que possa parecer senti uma certa nostalgia daquela época feita de absolutas certezas, principalemte quando vejo os anos oitenta e o que eles não fizeram.<br />
Espero que a inteligênciaburrabrasileira se curve ao talento de Astolfo Araújo.<br />
Parabéns!</em><br />
</strong></p>
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