Sangue no prato

Sangue no prato
Esticar a corda, enforcados em toda parte
Saímos com nossos vestidos Tomamos banho
Porque a mulher resiste aos carrascos Seios
para amamentar os filhos Ameaçam cortá-los
Ocupada em desatar as cordas Amarrados
todos à nossa impossibilidade de comprarmos
pão para a visita Sangue na sala Armas
Pedágios obstruem a viagem Quero o poema
mais curvo Traduzindo um corpo
anelado por serpentes Desvencilhar-se
do […]