Dois poemas para Gerardo Mello Mourão
Espécie de Coda (sob a leitura do romance “O valete de espadas”) Os homens de mil anos cá estamos, presos na vertical realidade a que ao bater o tempo o coração nos impõe. E há em cada acordar esse estranho nascer, espécie de Coda, que já não mais sabemos desígnios e deveres dos homens, nós, [...]